NY de (quase) bolso!

Todo mundo sabe que sempre que viajo eu guardo tudo, todos os tickets, embalagens e todas as coisas possíveis e depois quando volto junto tudo num caderninho ou caixinha ou o que for.

Para encerrar o mês USA, nada mais digno que postar aqui o caderninho de NY!

O caderno que usei é um super lindo que comprei na Kates Paperie, que já comentei aqui no post sobre compras.

Olha só:

Quando volto de viagem já me sinto na obrigação de fazer um desses!!

 

Bom, o mês USA acaba aqui. Espero que tenham gostado das dicas! Os próximos posts estão bem legais também, a Fe vai contar da viagem dela pra Buenos Aires e a Bru fala da viagem no Canadá – que eu já estou super curiosa, pois ainda não falei com essa loira.

Anna

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30
set
Cruzeiro em Bahamas!

Que tal mais um post hoje? Hein? Hein?

É a quase a despedida do mês, e por isso postamos algo bem relax como o Cruzeiro que a Mayra fez por Bahamas:

“Bahamas? Cruzeiro? Desafio você a achar uma combinação em que essas duas palavras não soem ótimas na mesma frase!

Ok, de vez em quando o navio balança, mas você pode facilmente culpar o álcool servido a bordo por essa situação. Inclusive, no quesito cruzeiro, álcool e refrigerante são as únicas coisas que não estão incluídas no preço da diária da Royal Caribbean (mas imagino que isso deve ser praxe pra todas as empresas). E isso torna quase impossível recusar as seis deliciosas refeições diárias que eles servem.

Como foi o primeiro e eu e minha família não sabíamos como seria a nossa adaptação em alto mar, escolhemos um cruzeiro menor – mas foi tempo suficiente pra gostar, tanto que esse Ano Novo faremos um novo cruzeiro!

O itinerário foi assim: Miami – Nassau – Cococay – Key West – Miami.

A saída já começa com festa. DJ e bebidinhas (cobradas à parte) no deck da piscina, enquanto o pôr do sol se iniciava em Miami.

A viagem até Nassau dura a noite inteira e o navio aporta lá bem no comecinho da manhã. Chegando lá, você tem algumas opções:

1) ir até o Atlantis Paradise e aproveitar o dia nesse resort lindo, rico e enorme – que tem atividades igualmente lindas e ricas (interagir com os golfinhos não sai por menos de U$ 110 por pessoa);

2) visitar o centro da cidade, com seus monumentos e lojinhas.

Quando eu digo lojinhas, não se engane: Rolex, Tiffany’s e Brietling são alguns dos exemplos das lojas que você vai achar por lá. O que acaba sendo uma curiosidade, pois nas ruas principais é praticamente só isso que existe – lojas de relógio e jóias.

Aproveite o tempo pra curtir o passeio e apreciar o mar azul azul (e gelado!), mas tome cuidado pra não se afastar muito das ruas centrais – porque assim como em quase todo lugar, turista é alvo fácil pra roubo.

Saindo de lá, o navio supostamente iria pra Cococay – que é uma ilha particular da própria Royal Caribbean – mas como nem tudo são flores, não pudemos aportar lá. O mar estava muito mexido e nem que parássemos longe das docas, utilizar os barcos auxiliares seria muito perigoso. Por conta disso, ficamos o dia todo no mar – que acabou sendo uma experiência muito gostosa, porque é uma delícia sentar e ficar simplesmente curtindo a vista!

A última parada foi em Key West que, segundo o nosso querido guia, é a cidade mais meridional da parte continental dos Estados Unidos (ou seja, a ponta mais ao sul do sul dos Estados Unidos). A cidade é extremamente charmosa e cheia de coisinhas e curiosidades interessantes. Por exemplo: já foi terra de piratas e saqueadores, já foi devastada inúmeras vezes por furacões (tendo que ser reconstruída praticamente do zero em algumas vezes) e abrigou também as casas de Ernest Hemingway e Tennessee Williams.

Pra apreender tanta informação, aconselho um passeiozinho com o trenzinho turístico da cidade, que roda toda a parte histórica num percurso de 2 horas e conta tudo o que você queria saber sobre a ilha! No fim, você ainda pode aproveitar a famosa Sunset Celebration, que acontece diariamente na Mallory Square pra celebrar o pôr-do-sol.”

Anna

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29
set
Welcome to fabulous Las Vegas

O mês está acabando, e consequentemente os posts dos EUA também. Não, não… não precisa chorar, não é que nunca mais na vida vamos postar coisas sobre os Estados Unidos! Pelo contrário, ainda temos muito o que postar sobre o país… só o mês especial que está acabando e não poderíamos deixar Las Vegas de fora deste especial, não é mesmo?

Dona Gabriela escreve mais uma vez aqui no blog e conta as maravilhosidades da cidade:

Welcome to fabulous Las Vegas. Quando você vir essa plaquinha (eu não tirei foto lá, ambilivabou), chegou!

Infelizmente, por motivos que já expliquei aqui antes (fiquei atolada na neve), perdi 1 dia de viagem no caminho para Vegas, o que significa muito, quando você tem apenas 2 para visitar a cidade. E já que meu tempo foi curto, não pude conhece muita coisa, mas acho que posso dar meu relato aqui.

Chegar a Las Vegas à noite é uma coisa incrível, única na vida (uau). Fiquei deslumbrada com aquelas luzes piscando descontroladamente, aquela gente toda na rua! É muito legal constatar que aquilo tudo existe, não era cenográfico. Ou meio que é. Tudo lá soa um pouco artificial, superficial e estereotipado, mas acho que essa é a graça do lugar. Além de torrar todos os seus dólares nos cassinos (eu só fui naquelas maquininhas de alavanca, bobinhas), você pode assistir a um monte de shows, e comprar infinitos souvenirs. Como tem loja de coisas inúteis lá!

A rua principal concentra os cassinos mais famosos, e é uma concorrência absurda de luzes, efeitos e monumentos que invadem as calçadas. É legal entrar em vários. Tem uns mais ou menos, outros mais finos. Não paga pra entrar (pelo menos nos que eu fui), até porque se espera que você gaste seu dinheiro lá dentro, jogando mesmo.

Hospedar-se pode sair mais barato do que se pensa. Lembro ter reservado quarto no Stratosphere (mas acabei não ficando lá, enfim) por um preço bem bom. Ah, o Stratosphere é aquele hotel que tem uma torre gigante, e lá no topo, ao ar livre, uns brinquedos maneiros. Isso me lembrou de ter ido a uma montanha-russa que passava embaixo da calçada, foi divertido.

Você vai achar essas coisas todas que se vê em filme andando por 1 h na avenida principal. Sugiro que pare alguns minutos para ver o show de águas do hotel Bellagio, um clássico imperdível (só filmei, não tirei foto, mas joga no google). Os meninos podem ir a um monte de shows de strip-tease também.  Ah, tem um outlet por lá, dizem que é bem bom, mas obviamente não tive tempo de conhecer.

Esse é o meu resumo de Las Vegas. Gostaria de ter tido mais tempo pra conhecer a cidade, fazer um monte de coisas legais e contar tudo aqui. Acho que vou voltar um dia.”

Anna

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29
set
Washington

Lembram na Rê né? Aquela maluca que postou sobre Chicago aqui esses dias? Hoje ela conta um pouquinho sobre Washington, do frio que pegou por lá e por um acaso da posse do Presidente Obama.

“Bom, eu morava em East Rutherford (NJ) cerca de 20 minutos do centro de Manhattan (de ônibus) e tinha vários amigos morando em Washington DC. Por causa disso acabei passando algum tempo por lá. Então ai vão umas dicas!

A passagem, que pode ser comprada na Port Authority (para quem esta em NYC) ou pela internet, custa cerca de $20! BA-RA-TE-ZA! Tem varias empresas que operam esse trecho por preços parecidos. Mas eu usei apenas os serviços da Bolt bus e da Chinatown Bus que sai de NY na esquina da 34th com a 7th Ave.

Colocando na balança os prós e os contras das opções existentes, preferi o Chinatown; principalmente porque ele para num lugar bem mais estratégico para quem tem malas! Mas confesso que o atendimento é meio “mais ou menos”. Primeiro que os xingling insistem em ficar gralhando com você porque tua mala parece ser maior do que ela realmente é! Segundo que eles não entendem metade das perguntas que você faz!! Apesar disso, o ônibus é como os convencionais de linha aqui do Brasil e P-A-S-M-E-N: tem internet!

Chegando em Washington, o ônibus te deixa em Chinatown (óbvio), procurando uma estação de metro para seguir meu destino, encontrei uma super bem central ali e (pra quem estava esperando um metro estilo NYC) a surpresa foi bem boa!  As estações apresentam sinais luminosos que indicam a chegada dos trens e painéis que mostram quanto tempo falta para o próximo passar! Além disso elas são lindas!

A primeira parada dos visitantes (depois de deixar as malas) em geral é o eixo principal da cidade. É praticamente impossível não compará-la a Brasília; acho que por causa do clima é super austero e regular.

Os pontos turísticos estão localizados principalmente no National Mall –um parque de cerca de 3km de comprimento onde ocorrem os principais eventos do país. Por lá, podem ser vistos em todo o canto milhaaaares de esquilinhos muito fofos e facilmente enganáveis!!! Chegamos perto de vários só fingindo que tínhamos comida!! Haha.

Estive lá na posse do atual Presidente Barack Obama (1 e 2)! Tá que eu choro por qualquer coisa, mas confesso que não deu pra agüentar com aquele monte de gente amontoada (3) no FRIO SINISTRO que estava, com bandeirinhas e HotHands (um pacotinho mágico que esquenta – foto 4) nas mãos E nos pés para não congelar, e esperando o novo presidente e a friendly Michelle darem uma palavrinha! Super emocionante! Alem disso, querendo ou não, a atenção do mundo inteiro estava voltada pra aquele momento, esperando se haveria ou não mais um atentado, todas as equipes de segurança em estado de alerta (5 e 6)!! Foi demais!! Nos bairros vizinhos, ocorriam nessa época, movimentações da população contra o ex-Presidente Bush; como essa intitulada “Give Bush the boots” que fez varias VARIAS pessoas ficarem sem sapatos (7)!

E é bem nessa região que fica o Jardim Botanico de Washington (8) (enorme) e vários Museus e Memoriais dedicados à antigos Presidentes dos EUA como Thomas Jefferson (9) e Abraham Lincoln (10), e pontos turísticos como o Capitólio (11), a Casa Branca (12 e 13), o Washington Monument (14) e o II World War Memorial (15) que é dedicado aos soldados dos diversos estados americanos que serviram na guerra.

Acho que o lugar que eu mais gostei de conhecer nessa área foi o Museu do Holocausto que é simplesmente sensacional! Tem nos vidros de todo o edifício o nome de todas as pessoas que morreram por causa da guerra e tal. Super apelativo, chocante e estruturado!!

Hmm.. Acho que o último ponto de parada obrigatória dos turistas é o Pentágono. Tirei essa foto de cima de um hotel onde um amigo meu trabalhava. Quem for bem detalhista conseguirá ver que do lado esquerdo tem uma parte que é mais clara que o resto… Foi onde o avião colidiu no atentado de 2001… tenso!

Além disso, há um bairro super fofo (16) chamado Georgetown, que é ótimo para fazer compras! Tem StarbuckZES em toda esquina e lojas de todas as marcas tradicionais americanas (roupas, perfumes, cosméticos, sapatos, discos, livrarias, galerias de arte (17)…) incluindo a Urban Outfitters, uma loja que eu AMEI conhecer que tem desde roupas até artigos de decoração (18)! No quesito compras, Washington esta bem servida de shoppings também! Dos que eu conheci, achei o Pentagon City Mall (19) o mais recheado de lojas boas; além de ter um ponto de metro DENTRO do shopping. O que facilita muito a vida! Outro bairro bem fofo é o Adams Morgan, varias lojinhas e bares na rua. Lá encontramos uma loja de produtos feitos de Cannabis (chocoou!) (20). A loja se chama Hemp Store e tem desde cachimbos muito loucos e essências até tênis feito com a fibra da planta.

Para os amantes de umas comprinhas, tem também o Potomac Mills Outlet, que fica meio longinho do centro de Washington, mas que sempre vale pra umas comprinhas, né!

Bom, acho que é isso! Na minha opinião, vale muito a pena conhecer a cidade pela importância histórica e simbólica que ela representa para o povo dos EUA. Espero que tenham gostado!”

Anna

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28
set
Onde comer em NY

Apesar de que fiquei relativamente pouco tempo em NY e que não sou rica pra ir em todos os lugares legais que a cidade oferece, vou dar algumas dicas de lugares que fui e que achei bem legais.

Como estamos falando dos EUA aqui, nada mais digno do que confessar que fui ao Mc Donald´s e Burguer King. Interessante que no Mc não tinha meu sanduiche preferido – mc chicken – e que no BK não tem refil de refrigerante. Confesso que fui algumas muitas vezes na Starbucks, cláááássico do café da manhã.

Tá, agora que passou o momento junk food básico que todo mundo conhece, vamos ao que realmente interessa.

Fomos em um restaurante indicado por uma amiga da minha mãe. Nome? Carmines. Cheio de brasileiros, mas muito bom. Esse que fomos fica bem na frente do Teatro do Rei Leão, e fomos a primeira vez obviamente quando tinhamos ido assistir tal peça na Broadway. Estava meio cheio e tinha lista de espera, mas 5 minutos depois já nos chamaram.

O preço é ótimo e o mais ótimo ainda é que cada prato serve 4 pessoas tranquilamente e ainda tem refil de refrigerante. É um “restaurante familiar” como os próprios garçons dizem.

O menu fica na parede, em painéis bem grandes e fáceis de ler. Prato principal: massa. O atendimento é rápido e eles são bem atenciosos. No primeiro jantar escolhemos um Penne Bolonhesa. Como estávamos em 2, sobrou horrores. Na segunda, pedimos Rigatoni & Broccoli (tinha uma vegetariana conosco) delicioso e que alimentou 5  turistas famintos!

Pra sair do básico “café da manhã na Starbucks”, fomos no Le Pain Quotidien, no Soho. Eles tem mais sedes espalhadas pela cidade, mas só fomos nessa aí. Lindissima e super gostosa. Dá pra pedir pra levar ou comer lá. Comemos um croissant com chocolate que estava bem gostoso e o ambiente era muito agradável. O preço era normal, sinceramente nem lembro quanto paguei. Mas olha que bonitinho o lugar:

Esse café em questã fica bem na frente da NY Costume, que falei no post de compras.

Também fomos ao Lindy´s que ficava ali pertinho do hotel, na 7º, quase em frente ao Madison Square Garden. É pequeno e é mais simples um pouco, mas tem toda aquela vibe de lanchonete americana dos anos 60. Comemos um steak super bem servido, acompanhado de uma mega salada.

Marcamos de ir ao Dean & Deluca – momento Felicity – mas achamos que era tipo a Starbucks e a Le Pain, mas na real era o balcão ali do café e tinha um mercadinho (?) no resto da loja. Como quando passamos por ali não estávamos com fome e nos assustamos com o lance do mercado, nem entramos. Mas fica aí mais uma dica de lugar para tomar café da manhã.

Almoçamos também no Europa Café. Tem em tudo quanto é esquina também e é bem gostoso. Acabei não tirando foto porque paramos pra comer bem rapidinho e continuar as compras! Tem opções de salada, sanduíches, muffins e pizzas. Naquele dia optamos por um pedaço de pizza, que foi bem suficiente e custou apenas usd 3. Fiquei bem alimentada pelo resto da maratona na 5º Avenida. Recomendo.

Se você quiser algo mais chique, pode ir ao super famoso Red Lobster, um super chique de frutos do mar. Como eu não gosto de frutos do mar, não fui. (aham, só por isso mesmo…). O restaurante fica na 7º, pertinho da Times.

No momento luxo do post, vou contar o que ia contar no post de pontos turísticos e acabei não contando. Lembra que falei que fomos ao Plaza né? Então. Fomos lá conhecer o hotel, e aí resolvemos dar uma olhadinha no menu do restaurante… tipo só pra ver o preço absurdo. Choque! Era muito viável um almoço ali.

Entramos meio sem jeito né, afinal éramos turistas cansados e de All Star no meio do luxo total. Mas ok, fiz de conta que estava com um vestido de gala e entrei. Por alguns dólares, não muitos e eu não vou falar quantos só pra deixar aquele ar de mistério, comemos entrada + prato principal + sobremesa + água. Fala sério, quando que eu podia imaginar que um dia almoçaria no Plaza? Foi muito bem pago tudo isso, olha as fotos dos pratos (ah sim, tiramos fotos de todos, se é pra ser turista, que seja por completo!):

Caramelodrama, essas fotos são pra você! Hehehe.

Não posso terminar este post sem comentar a Dunkin´ Donuts, mega conhecida por aí. Tinha aqui em Curitiba, mas sumiu faz tempo (cara de triste). Lá no entanto tem em tudo que é canto, e os famosos donuts são lindos, deliciosos e baratos. Tá bom 1 dólar pra você?

Bom, esses foram os lugares que fomos e que indico a todo mundo. Carmines, Le Pain e Plaza com certeza devem ser frequentados, mas é claro que se você for um chocólatra de plantão como eu, pode quem sabe almoçar/jantar na loja da MM´s…

Não? E essas maçãs do amor que vi no aeroporto de Atlanta? Pena que não rolava levar no avião, mas acho válido mostrar aqui e arrematar como a sobremesa deste post.

Anna

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27
set
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