Promoção Mini-curso de fotografia

Bom dia, meninada!

Como falei ontem, nós temos uma promoção beeem legal esse mês. Vamos sortear um mini-curso de fotografia para um dos nossos leitores, voltado para a fotografia casual. O curso dura por volta de três horas e não é preciso ter conhecimento prévio, nem nada.

A única pegadinha da história é que a pessoa tem que ser de Curitiba, já que o professor mora aqui! Mas não entristeçam, caros turistas de outras vizinhanças… em breve faremos outras promos sem essas restrições.

Então vamos ao que interessa, né. Para participar:

1. Entre no site do Leandro

2. Vá na sessão portfólio e escolha sua foto favorita

3. Escreva nos comentário o nome do lugar onde a foto foi tirada

Quem retwittar a divulgação da promo ganha uma entrada a mais para o sorteio. (Concorra a um curso de fotografia casual em Curitiba! http://wp.me/p1dlxU-12x #fotofinestrino)

Vocês tem até quinta feira. Sexta divulgamos o resultado… além do prêmio, o lugar citado pela pessoa que ganhar vai ser tema de mais um post do Leandro. Escolham bem!

Anna

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28
fev
Festas: Ensaio Escola de Samba

Então que esse mês eu finalmente conheci o Rio né? E é claro que não pude deixar de ir em ensaio de escola de samba… é a mesma coisa que ir a NY e não ir à Estátua da Liberdade, convenhamos.

Juro uma coisa pra vocês, foi a coisa mais emocionante que vi na-vida! Valeu muito a pena, senti o Brasil e essa vibe colorida/festa/povo/dança que tanto falam.

Escolhemos ir ao ensaio da Grande Rio, uma das escolas destruídas pelo fogo do começo do mês, e que pasme, não abalou a alegria do pessoal, era como se nada tivesse acontecido. O ensaio aconteceu no Clube Monte Líbano, em frente a Lagoa. A região era bem boa, não era morro nem nada. Escolhemos lá justamente pra não ser tão aventura assim e ter que desviar de balas perdidas e sei lá… melhor se garantir, nunca se sabe. O ingresso custava – na hora – R$ 30, acho que antecipado era um pouco mais barato, mas não rolou ir antes comprar… quer dizer, até rolou, mas não estava aberto ainda. (pequeno #fail).

Fomos sábado, no dia que mudou o horário de verão e tivemos 1h a mais de diversão. Chegamos 23h30 eu acho, e até 00h do horário 2 ficou só uma bandinha de samba normal… aquela coisa bem Rio de Janeiro e tal.

(*gente, como mudamos de endereço e o blog ainda está passando por ajustes, não sei porque os videos não estão abrindo direto aqui, mas podem confiar no link, os videos vão todos para minha página no youtube, tá? Esses vídeos estão meio precários porque estava escuro, mas são bem legais mesmo…)

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Até então estava morno, tipo ok ouvir esse tipo de música, mas 2h ouvindo isso e já estava cansando. Aí sentamos e ficamos esperando a emoção de verdade.

Exatamente 00h começou a diversão. Entrou a bateria no palco e a gente começou a se engalfinhar pra chegar lá na frente. A música é tão alta, é tão emoção que todo o cansaço vai embora. É realmente emocionante e contagiante… agora entendo o povo.

Como falei antes, parecia que nada tinha acontecido com a Escola, a alegria era absurda e a música de looping infinito dá aquela sensação bem Sapucaí.

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As dançarinas eram super simpáticas e tiraram foto com todo mundo (favor, não reparem na minha cara nojenta no meio do samba):

Além disso elas dançam mmmmmmuuuuuuuuuuuuiiiiiiiiitooooooooo mesmo. Fiquei chocada, não sei como aguentam, juro.

A rainha de bateria era muito bonita, ficamos impressionadas. Não sei o nome dela, mas virei fã. Linda, simpática e não sei como aguenta tanto tempo e ainda continuar “montada” daquele jeito.

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Aliás, esse post tem bastante vídeo porque não tem como registrar essa emoção em fotos…. poucas ficam boas e elas não passam toda a sensação do momento.

O que quero dizer é: ensaio de escola de samba é uma festa IMPERDÍVEL, e até fiquei com vontade de ver os desfiles na Sapucaí ano que vem. Se tiverem a oportunidade, não deixem de ir, sei que vão gostar. *dica finestrete de carnaval*

Anna

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27
fev
Mini-curso de fotografia

Há algumas semanas atrás o Leandro Mise (que ontem falou sobre a viagem dele para o Peru) nos ofereceu um mini-curso de fotografia. Bacana, né? Como você podem ver pelas fotos de ontem e pelo site, ele sabe bastante do assunto.

Então, depois de alguns emails para combinar quando e onde, lá fomos nós para nossa aula. Foi um mini-curso de fotografia casual, voltado para solucionar aquelas dúvidas que a maioria de nós temos na hora de tirar fotos com cameras digitais. Durante viagem isso vem ainda mais a calhar… nada mais triste do que não conseguir tirar a foto do que você quer ou, pior, perceber depois que ela ficou uma nhaca.

Foram mais ou menos três horas nas quais o Leandro, muito paciente, nos explicou como lidar com falta de luz, excesso de luz, funções das máquinas… Eu e a Anna tivemos aula de fotografia na faculdade, mas elas eram mais voltadas para câmeras profissionais e de filme. O curso foi como uma reciclagem, com foco no dia-a-dia.

Além dessa aula super didática, ainda ganhamos de brinde um tripé bem portátil, que com certeza vai ser útil por aí!

Já comecei a usar as dicas da aula logo em seguida… fui acampar na natureza selvagem (há) do parque Marumbi e depois fui passar uns dias na capital paulista, meu amor sujo e barulhento. Nos dois casos levei uma câmera pequena, já um pouco velhinha, que precisa de um certo jogo de cintura para fazer a foto funcionar. E mesmo quando as condições não eram as melhores, consegui algumas imagens legais.

Dois em um, mostrando algumas fotinhos salvas (muita exposição, contra a luz, o sol estava alto e as sombras muito marcadas, etc) e também uma prévia do que vou falar nos próximos dias!

Marumbi

Fotos tiradas no trem da Serra Verde, na descida de Curitiba até Paranaguá.  O segundo dia tava muito nublado, céu bem branco e luminoso, mas ainda dava para ver as montanhas.

São Paulo

Fotos do meu tour fashion pela Vila Madalena e da Galeria Melissa, que estava coberta de post its formando um mosaico enorme.

Vou continuar treinando para conseguir fotos mais profissionais com essas cameras que nem sempre colaboram. Ai os posts ficam bonitinhos e todo mundo fica feliz.

E para ficar mais feliz ainda, o Leandro nos ofereceu um mini-curso igual ao que fizemos para sortear entre os leitores do blog. Como nós adoramos promoções, aceitamos prontamente. Então fiquem de olho, em breve anunciaremos como participar!

Anna

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26
fev
Turista: Peru
Hoje temos um post bem bacana sobre o Peru feito pelo turista do dia, Leandro Mise.
Várias dicas e fotos lindas pra te deixar com vontade de conhecer um pouco mais da America do Sul!

Uma breve apresentação: meu nome é Leandro Mise, fotógrafo e professor de fotografia. A convite da Fê, vou escrever e mostrar algumas fotos de uma viagem  de duas semanas que fiz em 2009 pelo Peru.

Algumas dicas e curiosidades gerais sobre o Peru:

- Pechinchar é comum e muito recomendável principalmente em locais turísticos, onde os comerciantes já oferecem produtos e serviços a preços maiores para turistas estrangeiros, já que eles não costumam ter noção de caro e barato (em geral as coisas lá são bem mais baratas do que no Brasil). Várias vezes consegui baixar os preços, principalmente de passeios turísticos, em mais de 30%.

- Táxis são o meio de transporte mais fácil e barato, com exceção de Lima, onde existem as vans e ônibus. Pergunte o preço até o destino e negocie, é comum corridas de 10 minutos saírem por menos de 5 soles (algo como 3 reais). Só é recomendável tomar cuidado ao viajar sozinho ou de noite, pois como os táxis não são regulamentados (qualquer um pode prestar serviço de táxi) existem relatos de turistas assaltados por taxistas em grandes cidades. Em Lima, existem táxis filiados a empresas, que são mais caros, mas mais confiáveis.

- Em várias cidades turísticas é normal os restaurantes terem um “menu secreto”, às vezes chamado de “turístico”. Em Cuzco foi onde isso mais acontece. A ideia é que os restaurantes fazem seus preços pensando em grupos de turistas cheios da grana, onde eles têm margens de lucro enormes, mas também não querem deixar de ganhar com o grande número de mochileiros jovens. Assim se pode comer uma comida muito parecida, mas ao invés de pagar 40 ou 50 soles (algo como 30 reais) você paga entre 10 e 15 (entre 7 e 12 reais).
Para descobrir o menu secreto você pode conversar com as pessoas que ficam na rua anunciando restaurantes, perguntar quanto é e dizer que é muito caro; ou, caso tenha cara de mochileiro, dar uma olhada no cardápio na frente de um restaurante por alguns instantes e ameaçar seguir em frente. Geralmente vem um garçom de dentro a passo apressado e com o menu turístico na mão.
A comida é realmente a mesma servida para quem paga mais (ou pelo menos tinha a mesma cara), mas tem menos opções (geralmente se escolhe entre algumas opções de sopa de entrada, um prato principal e uma bebida). Em geral, comida é bem barata no Peru. Eu almocei em alguns lugares (e comi bem) por 4 soles (perto de 3 reais), mas longe dos locais turísticos.

-

Huaráz:

Huaráz não é uma cidade tão famosa quanto outras, sendo preferida mais por quem gosta de trekking e de ver paisagens no meio das cordilheiras. Eu recomendo para quem não gosta tanto de lugares apinhados de turistas, onde se tem mais contato com a cultura local e os preços são mais baixos. Os turistas são na maioria mochileiros estrangeiros e famílias peruanas que moram perto dali e querem fazer um passeio no fim de semana.

A maioria dos passeios se faz, como no Peru inteiro, com ônibus de excursão, o que no início me desagradou bastante, porque não gosto de ter que seguir roteiros e horários dos outros. Depois, contudo, me agradou o fato de ter as explicações do guia durante o caminho inteiro e nos locais, o que torna a experiência como um todo bem mais interessante. Além disso, fazer as coisas por conta sairia bem caro, pois é normal ter que viajar uma ou duas horas a partir das cidades para se chegar até os locais desejados, então ia ser preciso pagar um táxi pelo dia inteiro ou alugar um carro. A maioria dos passeios custa entre 15 e 20 soles (mais ou menos 10 a 15 reais), sem comida inclusa.

Os lagos da região são todos muito bonitos, principalmente os que ficam dentro do Parque de Huascaran, na fronteira entre as cordilheiras Branca e Preta. As águas geralmente são esverdeadas ou azul petróleo, quase cinza.

lago Llanganuco I, ou em quechua (língua dos nativos), Chinancocha (lagoa feminina)

No caminho para o Parque de Huascarán a excursão costuma parar um pouco na cidade de Yungay, onde um terremoto destruiu a cidade inteira em 1970. A história, além de interessante, faz você olhar para o vale de outra maneira, identificando os pontos que foram cobertos pela avalanche.

ônibus destruído pela avalanche provocada pelo terremoto

Mendiga postada em frente ao cemitério de Yungay

Cuzco:

Cuzco é a cidade mais visitada do Peru por ser o principal ponto de partida para ir até Machu Picchu. Tem museus interessantes, várias igrejas barrocas (de fato, é possível gastar um dia inteiro fazendo o chamado “circuito religioso”) além de possibilidades de passeios para ruínas incas ou de outras civilizações pré-colombianas.

catedral de Cuzco

Em Cuzco tive uma das minhas experiências mais inusitadas em matéria de couch-surfing: a casa do cara tinha vários quartos e ele recebia várias pessoas lá ao mesmo tempo – aliás, nós (eu e minha ex-namorada) só encontramos ele em casa uma vez em três dias. Ao que parecia, ele aceitava todos os pedidos de couch e nem organizava nada: você chega, fala com os outros hóspedes que já estão lá (e que também mal trocaram uma palavra com o dono da casa) e vê qualquer lugar para dormir. Ele deixava a chave com você e pronto.

A paisagem na região do Vale Sagrado dos Incas valeria o passeio por si só, com seus campos e picos nevados.

E finalmente, Machu Picchu, que é sim tudo o que dizem. As ruínas em si são majestosas, mas o que realmente faz dela especial é a sua história e o entorno. Quando você olha Machu Picchu de cima de um dos morros junto a ela, a impressão é que a cidade é uma montagem de Photoshop, porque simplesmente não parece ser real uma cidade daquele tamanho construída ali no meio das montanhas.

Não me agrada a ideia que muitas pessoas têm, contudo, de que elas precisam ir para o Peru só para ver Machu Picchu. O país tem muitas outras coisas a oferecer, e pessoalmente outras partes da viagem me agradaram ainda mais (eu sei que é clichê isso, mas é verdade).

Machu Picchu fora do angulo que todo mundo já viu

Puno:

Puno fica à beira do lago Titicaca, e é o destino mais comum para turistas que querem visitar as ilhas no lago. A cidade em si não tem muita coisa, e em geral achei a comida pior do que em Cuzco (comparando as mesmas faixas de preço de menus “turísticos”). Em Puno provamos uma famosa iguaria peruana: o cuy (porquinho da índia).

comida típica peruana, mas que hoje em dia só turista come. Ao fundo, uma Inca kola.


Para minha surpresa, achei a carne bem gostosa. Ela só é um pouco dura, mas o problema mesmo é a quantidade: um cuy é um prato para duas pessoas (junto com acompanhamentos), mas mesmo assim tivemos que pedir mais coisas depois. Caso você esteja se perguntando, o gosto é algo como uma mistura entre frango e porco.

No lago Titicaca, o mais impressionante são as ilhas de Uros (o nome do povo): elas são totalmente artificiais, montadas a partir de feixes de um tipo de junco que cresce no lago e que flutua. Eles ainda usam esse junco como alimento, para construir as casas deles e os barcos.

Lago Titicaca

Ilha de Uros

Arequipa:

A cidade com a maior proporção de táxis por carro normal que eu já vi (sim, ganha de NY). Além de ter suas próprias atrações, principalmente na forma de museus, é o ponto de partida mais comum para ir até o Cânion del Colca. No passeio ao Cânion existem pessoas que oferecem animais (llamas, corujas, falcões) para os turistas tirarem fotos. O principal, porém, é tentar avistar os condores andinos de um ponto do cânion específico, com uma bela paisagem.

turista com gavião adestrado no ombro

turistas à espera de condores

Bom, esses são alguns dos pontos mais memoráveis da viagem. Quem sabe alguma outra hora, se as donas desse blog assim quiserem, escrevo mais sobre alguma outra viagem. E finalizando com um pouco de promoção pessoal, peço que visitem meu site caso tenham interesse em aulas de fotografia (ou um mini-curso) em Curitiba: www.leandromise.com.br
Gostaram??
Sugiro, de amiga, que vocês deem uma olhadinha no site do Leandro. Assim, só uma dica. O motivo eu explico daqui alguns dias. Mais surpresinhas que estamos amadurecendo para vocês. Clima de mistério, tadan!
(e aquela foto do porquinho vai atormentar meus sonhos… sério.)

Anna

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24
fev
Peculiaridades de viagem

Antes eu nem fotografava tudo que via, mas agora com o blog eu me sinto obrigada a registrar tudo pra mostrar pra vocês. E eu acho que tem coisas que precisam ser compartilhadas aqui, tem coisas muito peculiares/curiosas por aí…

… como por exemplo, ir visitar o Castelo de São Jorge em Lisboa e se deparar com pavões no caminho.

Em que lugar do-mundo você encontra pavões bonitos, formosos e pomposos soltos no meio de um castelo? Assim, do nada, como se fosse um cachorrinho qualquer. Não sei se eles atacam, quando fui estavam em cima de um muro, então estávamos seguros de qualquer ataque pavonesco. Ufa!

Outra coisa bem legal que vi, foi a gravação de uma novela lá em Lisboa também. Fala sério, eu vou pro Rio de Janeiro, vou até o Projac e não vi nenhum famoso e/ou gravação, mas na capital portuguesa, no 1º dia dando uma volta, vi toda a produção e uma das atrizes mais famosas do país (me falaram, mas nem sei quem é).

Ainda falando em Lisboa, tem muita moda lá também. A Europa é ponto de referência de moda e coolhunting, e Portugal não fica atrás.

Modelito tendência para um passeio tranquilo na praça. Dona Florinda veste:  bolsa de xita do Largo da Ordem, jeans grama, casaco neon caneta marca texto, “chuca” (adoro essa palavra, ela é tão brega) criança anos 90 e tênis descolado me encontre na neblina.

No dia seguinte vi que Zara e H&M já tinham cópias das peças por preços bem amigos.

Mas não é só na Europa que tem tendência, tem bastante moda aqui no Brasil também. As semanas de moda de São Paulo e Rio estão cada vez mais reconhecidas no circuito de desfiles mundiais e atrai cada vez mais turistas e gente bacana pro país. Tem gente que vive tanto a moda que não dispensa nem para subir até o Cristo Redentor.

O que eu mais gostei – e quero aderir – é o cabelo vermelho com franja branca. Sabe, é aquela mistura, cor, Brasil, alegria… dá uma vida pro look.

E como o Rio respira moda e sensualidade, nada mais digno do que fotos sensuais no pôr-do-sol no Arpoador né? Quem nunca quis um book sexy com maiô vermelho, sapato de salto preto, cabelão ao vento, carão e bocão? É pura sensualidade brasileira issaê!

Outra coisa que sempre fotografo é lugar que tem nome de amigo, e sempre mando as fotos pra galera. Sei lá, acho curioso isso. Na Itália tem várias com o MEU nome E sobrenome, e lá pelo menos eles escrevem meu certo, com 2 N´s.

E essa galera louca por uma foto?

E você? Qual a coisa peculiar que encontrou durante uma viagem??

Anna

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23
fev
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