Não era bem assim…

Esse post foi idéia de uma amiga, pois uma vez estávamos viajando juntas e comentamos que tinham coisas no mundo que achávamos que eram diferentes e, quando chegamos… PLIM, não era bem assim.

Ai fiquei pensando em tudo o que eu achei que era de um jeito e no fim era de outro. Quem sabe vocês também acham/achavam a mesma coisa, tipo eu e minha amiga que achávamos que para chegar no Cristo Redentor a escadaria vinha da parte da frente e não de trás!

1. Cristo Redentor – Rio de Janeiro

Eu toda vida achei que aquela escada na frente do Cristo que todo mundo tira foto era a de chegada, não só um enfeite pro mirante. Achei sem graça chegar por trás da estátua. Perdeu 35% da graça de visitar.

2. Torre Eiffel – Paris

Outra coisa que achava que era diferente era a Torre Eiffel. Na minha cabeça ela ficava na ponta final da Champs Elysee. Sabe, não é que eu nunca tenha estudado, que nunca tenha visto em filme… mas só descobri a lonjura disso com aquilo quando efetivamente peguei o mapa de Paris para traçar meu passeio. Não sei, tem coisas que ficam bem mais legais na nossa cabeça né? Seria bem mais legal a Torre no final da Champs, seria um toque de charme, não concordam? Mas nããão, ela é mega longe e fica na lateral da rua.

3. Mannekin Pis e Atomium – Bruxelas

Esse garotinho foi outro que decepcionou. Como é um dos pontos mais famosos de Bruxelas, pensei “ok, deve ser um treco meio imponente no meio de uma praça e tal”. Sabe o que? É uma micro estátua numa esquina qualquer meio perto da praça principal. Assim… completamente jogado num canto nadavê e nem é grande/bonita/decente pra ser motivo de tanto alarde.

Já o Atomium eu sabia que era legal, mas achei que era meio no centro da cidade também, tipo pegue o metrô e ande duas paradas. Mas no fim é super longe e tem que ou ir de carro ou pegar um ônibus especial só pra isso. Achei que fosse mais perto.

4. Capela Sistina – Roma

*como não pode tirar foto lá dentro, peguei uma foto da internet, ok?

Cara, assim como o lance da Torre Eiffel que digamos foi burrice minha achar que era na Champs, eu juro que achava que a Capela Sistina era dentro da Igreja mesmo… tipo uma parte dela sabe? Então, caso você também ache, não é tá? A Sistina fica dentro do Museu do Vaticano, em uma sala quadrada. Bom, quem já viu Anjos e Demônios já deve ter reparado. Mas enfim, pra mim ela ficava dentro da Igreja.

5. Pompéia

Essa é outra que surpreendeu. Dois motivos: achei que era uma vila, uma coisa pequena tipo um pequeno parque com as ruínas e também achei que o Vesúvio era coladinho ali, tipo 5 quadras. Obviamente não e não. A cidade é gigantesca, não dá nem pra ver o fim das ruínas e mesmo que ande o dia inteiro lá, não vai passar por tudo. E segundo e mais chocante é que não achava o Vesúvio e resolvi perguntar onde era. Resposta: “tá vendo aquela montanhinha lá longe? É ele.” Gente, é muito muito muito longe. Muito mesmo. Fiquei chocada e minha percepção mudou completamente. Só quando cheguei lá e vi tudo isso que entendi a magnitude da tragédia.

Bom, tem mais um monte de coisas que achei que eram diferentes, na maioria das vezes foi em relação ao tamanho dos monumentos, ou achava que era menor e no fim era giga ou ao contrário e me decepcionei. Mais pra frente eu conto mais pra vocês!

Mais alguém se supreendeu com a realidade? Contem aí!

Anna

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31
mar
Vale a pena pegar um trem?

Algumas muitas pessoas já me perguntaram se vale a pena ou não andar de trem pela Europa. Resposta para todos: sim, vale muito! Porém como é viagem de trem, é claro que toma mais tempo… não é como pegar um avião de Milão para Londres e perder só 2h. Tem trechos bem longos, principalmente se optar por trens mais baratos, mais amigos dos nossos bolsos brasileiros.

De qualquer forma, vale a pena. Lá tem a opção de trem noturno que tem caminha e você pode economizar com uma noite de estadia em hotel por exemplo, sem contar com a vantagem de sair e chegar no centro das cidades e não em aeroportos super longes que ainda vão fazer você gastar pelo menos uns 15 euros pra chegar à cidade efetivamente.

A maioria dos trens dá pra comprar ticket na hora. Chega, vai na maquininha, escolhe, passa o cartão e fim. Super fácil. Mas fique atento com datas especiais, porque né, a demanda é maior. Exemplo? Aconteceu comigo uma vez no final do ano, bem próximo ao Ano Novo, o trecho era Venezia – Firenze. Fui tranquila comprar o bilhete um dia antes, mas bem assim… “só pra garantir e me livrar da estação”. Cheguei lá e não tinha pelo trem mais barato, no caso o Regionale. Bom, fazer o que? Fui ver no mais caro, Eurostar. Pensa que tinha na 2º classe mais “barateza”? Não tinha mais! Desespero total, porque eu precisava ir naquela data pra lá. Opção: comprar Eurostar 1º classe. Na minha opinião, uma fortuna por um trecho curto de 3h, mas como era Eurostar first class, era top de linha, óbvio. Serviço de bordo, banco de couro, mesas lindas, travesseiro… Me senti rica, mas doeu no bolso pagar os 135 euros que paguei.

Veja bem, se eu pagava normalmente 20 euros nos trechos e tive que pagar 135 nesse, foi caro né? Por isso tome cuidado com as datas festivas, você pode levar uma surpresa e um soco no bolso! Pra quem viaja com dinheiro certo, não dá pra contar com isso.

Mas ok, isso aconteceu UMA vez em um ano… mas é bom compartilhar.

Se quiser economizar muito e de verdade, pegue os trens noturnos e que não são de caminha. Esses sim são baratos e muito cansativos. Mas é possível comprar um trecho Milão – Roma, de 8h e pagar 30 euros mais ou menos. Se tiver sorte e o trem estiver vazio, você deita nos bancos, ou então vai com o vagão cheio e sentado sem se mexer por 8h.

Aliás, tome cuidado nos trens noturnos. Apesar de ser Europa, essa é uma hora bem tensa. Não dê bobeira nos corredores, não deixe a bolsa sozinha nos vagões e se for mulher e estiver viajando sozinha, tranque a porta do vagão sempre que possível. Acontece que muitos trens tem a opção de bilhete no corredor – tem uns banquinhos desconfortáveis – que são super baratos. E quem vai nesses lugares? A galera estrangeira que fica nas ruas tipo camelô. Sério, tome cuidado. Tome cuidado com os Armenos principalmente. Não quero saber de nenhum leitor que foi assaltado em trem, ok?

Em suma os trens são bem bons, mesmo os baratinhos. Sempre passa um carinha pra controlar os bilhetes, então não queira dar uma de brasileiro esperto, porque eles são mais. Na França, na Itália, em Portugal, na Escócia e na Bélgica eles cobram sim e analisam o bilhete. Não sei quanto os outros países, mas esses aí eu te garanto que vão conferir. É realmente raro eles não passarem… às vezes você até acha que não vão passar e bem no final da viagem surpresaaaaa!

Se não tiver bilhete tem multa e se tiver bilhete e não tiver validado antes – caso dos trens italianos – tem uma multa mais leve, mas tem.

Apesar dos detalhes do bilhete e de cuidar nas viagens noturnas, é a coisa mais legal do mundo viajar de trem. É se sentir de fato na Europa, é aproveitar para ver paisagens lindas e ainda pagar pouco por isso e chegar rápido e fácil em todas as cidades! Não tenha medo, vale a pena.

Anna

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28
mar
Comparando: Castelos Portugal

Nessa minha última ida a Portugal (porque eu vou todo dia pra lá né? 2x só) cheguei a uma conclusão importantíssima: os castelos lá são meio iguais.

O primeiro que visitei foi o de Guimarães, no norte de Portugal, perto de Porto. Achei o máximo, porque ele é bem antigão, medieval, do ano de 958. Velhaço né?

Ele não é esses castelos típicos europeus cheios de firulas, outro e ostentação na arquitetura. Ele é de pedra, uma coisa grande e quadradona toda de pedra.

É bem legal passear lá dentro e o melhor é que não paga pra entrar. Tem muitas escadarias pra você subir e ter uma visão bem ampla de toda a cidade.

O segundo castelo que visitei em Portugal foi o de São Jorge, em Lisboa. Ele fica bem central e é bem fácil chegar ali a pé ou de elétrico. Aqui a diferença é que precisa pagar pra entrar. O bilhete custa 7 euros e tem meia entrada pra estudantes. A bilheteria é nesse lugar aqui debaixo que na verdade é uma lojinha, logo na entrada do Castelo:

Se o de Guimarães é velhinho, esse é ainda mais. A data é de século II a.C. e é bem bem beeem parecido com o que citei acima. Um quadradão todo de pedra e bem destruído já. Por fora ainda parece um castelo, mas por dentro as paredes já estão bem deterioradas e tem muitos espações… nem divisões tem mais, nem teto.

A vista pra cidade é linda, tanto porque o castelo fica na colina mais alta de Lisboa – motivo óbvio né? Para controlar a entrada nas terras.

O último que visitei foi o Castelo dos Mouros, em Sintra – cerca de 1h de Lisboa. Esse é bem mais jovem e data do século X e é de ocupação islâmica. O mais legal é que ele é gigantesco! Demoramos muito tempo lá dentro, subindo as milhares de escadas e brincando por lá. Na verdade estava muito muito muuuuuuuito frio e chovendo e névoa e nem deu pra aproveitar a vista, que com certeza era linda… mas mesmo assim nos divertimos pra caramba.

Fui lá com o Coqs do Viajão e fizemos vários vídeos pra vocês que estarão lá no blog deles, pois este bloguinho não está comportando vídeos (droga!).

Esse castelo sim tinha compartimentos secretos, umas salas bizarras no meio do caminho e muitas torres de observação. Fomos em praticamente todas, e olha, tinha umas escadinhas mega estreitas pra subir, não sei como portugueses armados subiam aquilo sem cair lá de cima. Te conto que com vento é perigo total subir ali, porque é bem forte mesmo e parece muito que você vai cair.

Ah, esqueci de contar que esse também paga viu? Aliás, assim que chegar na cidade, saia da estação e vá para o lado direito. Ali tem uma parada de ônibus com 2 opções de tour pelos castelos da região. Não dá pra ir a pé tá? Ah não ser que queria muito fazer exercícios, porque esses castelos ficam bem no alto das colinas e é uma subida de curvas tenebrosa!

O ônibus para bem na porta dos castelos, já na bilheteria. É possível comprar os tickets separados caso vá em um só, ou pode comprar o combo que sai um pouquinho mais barato. Para visitar o Castelo dos Mouros, a bagatela é de 9 euros.

Como os castelos são bem velhos, a maior parte da visita é de ruínas e não dá pra visualizar muito de como era antigamente, mas é uma viagem no tempo visitá-los!

Anna

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26
mar
Pão de Açúcar e a Urca

O Rio tem muita muita coisa pra ver né? Mas tem duas que são indispensáveis by far: o Cristo e o Pão. Minha opinião? Achei os dois lindos. As vistas são super bonitas, mas médio iguais né? E legal que de um você vê o outro.

O preço é meio salgado, eu achei pelo menos, principalmente porque a subida é bem rapidinha, não leva nem 5 minutos. Mas ok, é ponto turístico, é Brasil, temos que pagar bastante mesmo. A entrada do Pão custa R$ 44,00. Sim, na lata, quarenta e quatro. Só pra constar, a do Cristo custa R$ 36,00 (mas tem a opção de meia entrada, o Pão não. Tenso.).

Lá em cima são duas etapas, o Morro da Urca e o Pão. Tem que trocar de teleférico e tal. Quando chegar lááá em cimão, a vista vai ser mais bonita, mais completa. (tão vendo o pãozinho ali atrás??)

E não ache que só tem uma vista bonita lá… tem uma lojinha com souvenirs caríssimos (sério) e umas estátuas bacanas pra você brincar como a gente sempre faz:

Posso dar uma dica boa aqui? Uma dica premium? Posso? Então tá, lá vai… se quiserem almoçar por ali, tem um restaurante ótimo bem pertinho dali. Fica bem no começo da Urca, se bobear até dá pra ir a pé, porque é perto mesmo, é uma caminhada leve.

O lugar é o Garota da Urca, precisamente na Avenida João Luiz Alves, 56. Além da vista linda que o restaurante vai te proporcionar, a comida é muito boa.

Nós pedimos uma chapa de carne espetacular! Deu tranquilo pra três pessoas, que comeram absurdamente bem e ainda sobrou um pouco de carne. Ainda vem com bastante acompanhamento e valeu muito a pena. Esse prato em específico, custava R$ 88. Fazendo as contas, para o que comemos, foi uma bagatela.

Recomendo fortemente o local, mas faço uma ressalva: sente na varanda, o lugar é muito quente… e o Rio já é quente. Sentar lá dentro acredito ser um desafio para poucos!

Anna

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24
mar
Conhecendo cidades em 3 dias

Sei que muita gente aqui é ávida por conhecer o mundo todo mas não tem tanto tempo de sobra assim. Eu sei que o ideal seria ter um mês de trabalho e um mês de férias, acho que seria essencial mesmo, mas a vida não é essa belezinha né?

Mas pode ficar tranquilo, tem muito lugar que dá pra conhecer em poucos dias, por isso resolvi fazer este post e contar pra vocês as cidades que conheci em até 3 dias e que foi suficiente. Leia bem: suficiente, não ideal.

Na Europa essa afirmação se faz mais presente, tanto porque tem um mooonte de cidades que dá pra conhecer em UM diazinho. Mas vou me ater nas mais importantes, ok?

Londres

Bem, quando estive a 1º vez por lá, tinha exatos três dias. O que aconteceu? Foi uma correria, porque eu queria ver tudo, todo o básico, e como sou uma garota ágil, consegui ver 90% do necessário sim.

Consegui ver os pontos turísticos tipo London Brigde, London Eye, Parlamento, Westminster, Buckingham Palace, fui até Nothing Hill dar uma volta, entrei na Harrod´s, passeei na Trafalgar Square e fui até Camden Town conhecer a área punk. Ainda consegui visitar o Tate Modern, o Museu da Ciência, o Victoria & Albert e o National Gallery.

Ainda assim, faltou bastante coisa, inclusive bastante museu, que de fato não deu tempo de conhecer.

O fato é que Londres é uma cidade para pelo menos 5 dias e é claro que se ficasse 30 dias não conseguiria ver tudo o que tem por lá, mas no quesito “turismo”, já vale.

Paris

Outra capital que tem infinitas coisas pra fazer e que em 3 dias não dá pra ver tudo o que oferece, mas já é o suficiente. Em três dias em Paris você consegue tranquilamente ir à Torre Eiffel, passear pela Champs, ver o Arco do Triunfo, visitar o Louvre e a Notre Dame, visitar o Museu do Exército, comprar nas Gallerias Laffayete e dar uma volta ao lado do Sena.

Ah, claro, comer um doce – porque lá eles são divinos!

Firenze

Essa é uma das cidades italianas que você tem que conhecer e que não precisa de mega tempo pra isso. A cidade é toda histórica e só andar por ela já é turismo. Tem alguns museus pra conhecer e por sorte todos ficam no centro e perto um do outro. O passeio mais “longe” de todos é o Palazzo Pitti, que fica depois da Ponte Vecchio.

A primeira vez que fui, fiquei dois dias e a segunda três, mas na realidade só fiquei ancorada na cidade e fui visitar as vizinhas Siena, Lucca e Pisa. É uma boa pedida fazer isso, ficar hospedado em uma cidade “maior” como Firenze e ter coisas pra fazer a noite e onde comer e durante o dia visitar cidades próximas, já que os trens são baratinhos.

Venezia

Ahhh essa belezinha de cidade… três dias está ótimo de tamanho. Aliás, um final de semana já basta pra conhecer a ilha. Em dois dias você consegue se maravilhar com a Piazza San Marco, com a Igreja di San Marco, com o Campanário, com a Ponte Rialto, com a Ponte dos Suspiros, dar uma volta de gôndola e visitar algum museu. Sem contar as visitas às lojas de máscaras e se locomover usando os Vaporettos.

Claro que se quiser visitar todos os palácios e as ilhas ao redor, 3 dias não são suficientes. Recomendo fazer a visita na ilha de Murano, onde eles fazem aquelas artes com vidro, bem conhecidas e típicas. Tem transporte aquático que te leva por todas as ilhas, se não me engano custa 13 euro e tem passeios que levam a apenas uma ilha e você pode descer e conhecer. São várias companhias, vários preços. Todas elas estão ancoradas ali na Piazza San Marco, bem fácil achar.

Porto e Lisboa

As duas principais cidades portuguesas são, turisticamente falando, tranquilas de visitar em até 3 dias. Lisboa tem mais coisa e é bem maior que Porto, então se não se programar direitinho, não consegue ver tudo no pequeno espaço de tempo, principalmente se for visitar todas as lojinhas bacanas da Baixa-Chiado ou for sempre parar pra comer bem.

Lisboa tem atrações mais longes do centro, como o Oceanário e Belém, e ambos devem ser visitados!

Já em Porto o turismo pode ser mais tranquilinho, já que é bem menor e mais fácil se locomover por ali. Tem muita igreja – ah, jura? – e a Casa da Música pra conhecer, além do Palácio de Cristal, que é o ponto mais afastado pra visitar.

Ah, e se quiser, dá pra pegar uma praia em por lá né? Tanto Lisboa quanto Porto tem essa opção caso esteja sol. Mas daí não vai dar tempo meeeesmo de conhecer o essencial das cidades. Escolha o que achar melhor!

Bruxelas

Outra queridinha de visitas que 2 dias já bastam para ser feliz! A cidade é linda, inclusive é uma das minhas favoritas, com a praça mais maravilhosa que já existiu nesse planeta, mas é tudo bem central e dá pra conhecer a pé bem tranquilo. O único ponto mais afastado e que tem que ir de carro/ônibus, é o átomo gigante Atomium.

No mais, é interessante ficar ancorado ali e ir visitar as cidades próximas também. Tanto eu quanto a Fe fomos conhecer Brugge (clássica do turismo da região) e Gent, ambas não precisam de mais de 1 dia e meio pra conhecer tudo!

Não é só na Europa que dá pra passear em 3 dias, tá? Mês passado escrevi pro blog da Gol sobre conhecer capitais aqui pertinho, como Buenos Aires, Montevideo e Santiago. Nos posts tem tudo o que você pode fazer e conhecer de cada uma das cidades sem perder nada.

Como falei no começo do post, três dias são suficientes para conhecer muita coisa por aí, mas é claro que em três dias ninguém vai conhecer de verdade uma cidade. Só passando mais tempo mesmo, ainda mais se forem lugares importantes e frenéticos como Londres, Paris, Roma, Buenos Aires, NY, etc.

Mesmo em cidades mais comedidas de turismo como Milão, é impossível conhecer realmente como tudo acontece em três dias. Tudo depende do quanto quer ver e do que quer conhecer e fazer em cada um dos lugares!

Esse post serve mais pra você ver que mesmo sem muito tempo, dá pra viajar e conhecer bastante coisa nova.

 

Anna

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