#Fail: trajeto Oaxaca – San cristobal

Sabe, se tem uma coisa que a gente não pode NUNCA, em hipótese alguma, é subestimar nossa resistência.

Quando fui pro México, fizemos algumas viagens – e todas de ônibus. Até chegar em Oaxaca, todas elas foram tranquilinhas, trechos grandes de 8h/10h, mas tranquilas. Até arrisquei não tomar dramin em todas. Eu gosto de viver no perigo sabe?

Aí que no trajeto até San Cristóbal de las Casas, a viagem era de 11h, mas compramos o ônibus mais top high luxo possível do mundo. Eram só 24 assentos, sendo 3 por fileira, um espaço gigante nas poltronas de couro, reclináveis quase 180º e com televisão própria (tipo avião), banheiro feminino e masculino separados e serviço de bordo.

Chique total. Ok. Entrei, deitei, fiquei confortável com minha mantinha e lá fomos nós.

Novamente quis desafiar o perigo: não tomei dramin antes de tudo começar. Erro total. A estrada era tipo infinitos “S”. Quando digo infinitos, quero dizer 7h de curvas. Legal? Super.

Começou a dar uma coisinha, tomei meu remedinho, mas não adiantou. Achei que fosse morrer. Das 11h de viagem (tipo viagem pra Europa, convenhamos), 5h delas eu passei em pé ao lado do banheiro. Mágico.

Mas foi a primeira vez na vida que eu usei aqueles saquinhos de vômito para emergências. Teve um lado bom então, posso dizer que eles foram testados e aprovados, funcionam direitinho.

Bem, em resumo, sofri muito e nunca mais na vida subestimo minha resistência. Achei que tinha superado isso de ficar enjoada, mas pelo visto não. Tomo dramin pra ir pra praia agora. Tá, nem tanto vai. Mas sério… levo um estoque dessas belezinhas agora, qualquer trechinho, já tomo, porque além de ficar mal durante todo o trajeto, cheguei na cidade completamente acabada e nem consegui curtir tanto assim o primeiro dia lá.

Anna

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30
abr
Vamos a la playa de Buenos Aires?

Ok, não pense que sou completamente alienada quando disse em PRAIA de Buenos Aires. Lá não tem esse luxo, todos sabem que eles invadem nossos calçadões. Mas porém contudo todavia, quando fui pra lá a 1º vez, fiz um passeio de barco super legal e lembro bem que o guia contou que para muitos argentinos – os mais ricos, digamos – ali é como se fosse uma “praia” para eles… é o local onde passam a época de verão, curtindo o Rio Tigre e tal.

Mas começando do começo, pra chegar lá você tem a opção de pegar um trem super gracinha, que esses dias ainda vi uma reportagem dizendo que estava no top 5 melhores passeios de trem da América Latina. Viu? Não é pouca coisa não.

Faz pelo menos 6 anos que fiz esse passeio e não lembro quanto era, ainda mais porque estava incluso no pacote turístico. O trem é o Tren de La Costa e ele faz várias paradas, não só essa no Rio Tigre. Ele sai todos os dias a partir das 6h50 e no final de semana tem saída às 8h e sua frequência é de hora em hora. Como não lembrava o valor, fui pesquisa pra já colocar aqui pra vocês, e o bilhete de ida e volta sai por USD 6,20. Passeio barato, porque vale a pena conhecer este trajeto sim, sabe por que? Porque são 10 estações, e 7 delas são originais inglesas com quase 100 anos de vida. O mais legal é que em várias estações tem feirinhas de artesanato nos finais de semana, ou seja, ótimo lugar para comprar coisas típicas e presentinhos pros amigos.

Você pega esse trem na estação de Maipú, em Olivos – fora de Buenos, mas dá pra chegar lá de táxi ou de metrô mesmo, até a parada Retiro.

Um dos pontos mais bacanas e luxuosos é o de San Isidro. Ali tem todo aquele clima inglês chique e mansões luxuosas, coisa fina mesmo. Já na estação tem um centro comercial super bonitinho pra você passear.

A estação que eu desci e fiz o passeio de barco é a última a Delta do Tigre e bem, são 10 milhões de quilômetros quadrados de cursos de água por ali. Vocês sabem nadar? Bom saber hein.

Por ali o meio de transporte são os barcos mesmo e logo que você desce na estação e passa o pequeno pátio de entrada, já vê do outro lado da margem uma casona cheeeia de barquinhos… é como um “estacionamento” dos barcos dos moradores, um em cima do outro. Como já comentei, é uma região do pessoal mais rico de Buenos, que pode pagar por esta casa de veraneio. As casas são, em sua maioria, de madeira e todas muito gracinhas, com decks charmosos e várias crianças felizes brincando por ali.

O passeio dura 1h, vai por toda extensão do Tigre e passa pelo rio Luján. O barco não é grande e mega confortável não e como tem bastante turista, corra pra pegar um lugar nas laterais pra poder ver melhor e tentar fotografar as coisas.

O que achei bem interessante é que durante o passeio vemos “barcos mercados”, “barco farmácia” e etc. É a forma que eles tem de comprar as coisas, já que é tudo na margem do rio mesmo. Os preços dos produtos dos barcos são mais caros sim, mas é bem mais fácil que fazer um estoque vindo de Buenos Aires e depois colocar uma mega mudança no barco pra daí levar pra casa.

O barco tem guia, então ele vai explicando tudo pra você, só que em espanhol mesmo tá?

Anna

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29
abr
Especial 07: Caixa Preta – máscara de Venezia

Ahhhhhh, esse é o último post revisado do especial de um ano do blog! Mas ah, amanhã já vai ter novidade, então tudo bem!

O post Caixa Preta de como fazer sua própria máscara veneziana foi o 4º mais lido da história do blog, e olha que ele foi postado faz 2 meses só. Já pensou? Não imaginamos que fosse ser tão lido assim. Como já falamos tudo o que tinha pra falar sobre as máscaras, vamos reeditar falando das roupas em si, que são bem relevantes no conjunto da obra.

Já comentei que as roupas, as fantasias em si, são característicos do século VXIII e é muito comum o uso do chapéu de três pontas – aquele mais conhecido do traje masculino, bem Casanova way of life. No começo as cores eram mais neutras, tipo preto e branco, mas desde 1979 mais cores começaram a ser inseridas nas vestimentas.

As cores são mais comuns nas roupas femininas ou naqueles que fazem pares, pois fazem uma coisa meio combinando assim. Quando você anda pela rua no carnaval, vê a maioria dos homens usando o traje de capa preta, máscara branca e chapéu preto de três pontas.

Aliás, naquela época eles não usam as fantasias só no carnaval não… usavam em várias ocasiões do ano com o objetivo óbvio de não serem reconhecidos pela sociedade. Malaaaandros.

Se as máscaras são caras, as roupas são ainda mais. A mais barata não sai por menos de 300 euros e os preços só sobem. Tem várias lojas on-line de venda das fantasias, como essa aqui que tem milhões de opções.

Se você está pensando: “mas meu Deus, que calor usar essas roupas no carnaval”, lembre que lá é super frio nessa época, não passa dos 10 graus, então fica todo mundo bem quentinho de boa com essas fantasias gigantescas.

Não é um charme?? Eu queria uma dessas pra mim, mas não tenho SÓ porque não cabe dentro do meu armário.

Anna

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24
abr
Especial 06: Compras Milão

O penúltimo post mais lido é, pra variar, de compras.  Milão de fato é uma das maiores capitais de moda do mundo e é claro que te muita coisa legal pra comprar lá.

No post de Compras em Milão a gente falou mais sobre os lugares tipo gente como a gente, demos dicas mais parceiras dos bolsos e lojas “design”. Hoje a gente vai falar dos clássicos da moda italiana. Como assim? Assim: as marcas tops de luxo por lá. As lojas que você não pode deixar de ir só pra babar nas roupas maravilhosas, nas lojas super produzidas e para transitar entre a nata européia. Ah sim, e passar vontade pra comprar.

Como já citamos no outro post, o point de luxo é o Quadrilatero ali atrás do Duomo, principalmente na Via Montenapoleone e na Via della Spiga.

Confesso que fui lá algumas poucas vezes e em uma delas entrei em algumas lojas. Me senti uma formiga. O luxo é absurdo! Só as fachadas, as portas as vitrines já fazem qualquer um entender que aquilo ali é para poucos.

Tudo o que tem lá é obra de arte da moda, jóias hiper refinadas, sapatos conceito, roupas com os melhores tecidos, tapete vermelho (juro que algumas lojas tem isso) e champagne. Mas também né? Milão tem as melhores feiras e estilistas fantásticos e expressivos que atraem a atenção do mundo.

Na Via Montenapoleone você encontra Gucci, Versace, Salvatore Ferragamo, Fratelli Rossetti, Etro, Loro Piana, Luis Vuitton, Prada, Valentino, Cartier e Tanino Crisci. Fraco esse time né? Percebeu que mais da metade é marca italiana? Pois é!

A Versace é minha marca preferida do-universo e acho tudo nela poderosíssimo. ♥ Olha essa loja que linda:

Outra marca italiana top de linha é a Gucci, fundada em 1881 em Firenze,  é O sinônimo do luxo. Eu tenho até medo de encostar nas coisas dessa marca, vai que estraga.

Outra que acho super clássica italiana é a Etro. Não é uma marca tão tão conhecida como as outras, mas tive a oportunidade de ter aula com uma ex estilista da marca e aprender como funciona todo o processo de criação deles. Assim… fiquei de cara. É de-mais! É um nível de profissionalização, é algo que não imaginava que fosse real mesmo. Os books de conceito de coleção deles são de tirar o fôlego. Além de que eles são muito conhecidos pelo uso excessivo de estampas e claro, pelas estampas Paisley (essa aqui debaixo). Pena que essa mulher era meio muito brava e fiquei com medo de perguntar mais coisas. Sempre achava que ela ia me matar só com o olhar nas aulas, ainda mais porque era estrangeira. Haha.

Eles tem umas coisas de seda que são de morrer! As estampas valem a pena. Se não conhecer a marca, dá um pulo na loja para ter o deleite visual e para ver a profusão de cores e combinações.

Valentino é outro que é o “must” italiano. Vi um documentário esses tempos falando da organização do desfile final dele, quando a empresa foi vendida. O cara é um esquisito arrogante, mas que ele é um gênio… ahhh ele é. Abriu seu primeiro estúdio em 1959 em Roma e bom, é só um dos maiores impérios da moda.

Na Via Sant´Andrea, outra do quadrilátero e que atravessa a Montenapoleone você encontra Chanel, Fendi, Armani, Moschino, Kenzo, Cesare Paciotti, Hermés e Trussardi. Como a outra rua, a maioria é de marca italiana.

A da Moschino foi uma que adorei. A coleção que vi na época era toda de corações e super gracinha. Achei legal que a escada pro andar debaixo era toda de espelho e o chão tinha aqueles tapetes gordinhos lindos, fofos e chiques, dando aquele conforto absoluto para os clientes.

As vendedoras nem se mexeram pra falar com a gente né? Enfim… é isso né.

Armani é outra marca queridinha italiana e a loja uma queridona! Faz juz ao nível da marca, mas confesso que achei meio pesada, sabe como? Na época achei um pouco escura, sei lá. Acho que era da coleção mesmo, um tema mais escuro. Era linda, porém achei pesada.

Já que estou confessando coisas, quero dizer que das mega marcas, o site da Armani é o mais chatinho e feio na minha opinião. Eles tem 729 submarcas e é tudo uma zona!

Fendi é outra top italiana que é difícil não achar tudo lindo. Não só as bolsas são lindas, mas nossa os casacos, os sapatos… basicamente tudo.

Chanel é francesa, mas marca presença no quadrilátero. Tudo na marca é grandioso, e a loja na Via Sant´Andrea, 9 segue a mesma premissa. Essa loja está no hall das lojas que nunca entrei na vida. Meio medo sabe?

Na Via della Spiga, além das lojas Dolce&Gabbana, Krizia, Diesel, Sergio Rossi, Gianfranco Ferré, Bottega Veneta, Tod´s, Genny, Bulgari e Chopard, a rua toda já é um passeio. É a mais bonita do quadriláatero e uma das mias bonitas em Milão.

É toda de pedra, com aquele aspecto de Itália antiga (redundância?) e a noite fica ainda mais bonita com a iluminação.

Dolce & Gabbana é um caso sério. Eu perdi as contas de quantas D&G tem no quadrilátero! Tem muitas, muitas, muuuuitas mesmo e todas bem próximas. Como eles tem várias marcas, cada uma é um estilo diferente.

A Krizia é uma marca italiana de roupas e bolsas que começou em Bergamo, 1950. Não é tão conhecida assim, mas tem bastante coisa legal. A loja é mais comedida que as big marcas, mas está no quadrilátero então não é coisa pouca.

Outra rua que compõe o quadrilátero é a Via Manzoni e nela está a loja Armani conceito, no número 31. Lá tem os showrooms da Emporio Armani, a Armani casa e a Armani Fiori, além da Emporio Café. É a mais simplinha do quadrilátero, mas ainda assim vale o passeio.

Depois de dois posts enormes de compras em Milão, ficou bem claro que é de fato uma capital de compras e que você vai passar bem mais tempo entrando e saindo de lojas do que fotografando pontos turísticos.






Anna

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23
abr
Especial 05: Comparando museus Londres

No post dos museus de Londres, falamos só dos mais famosões, aqueles indispensáveis mesmo. Hoje a gente vai te contar que tem pelo menos mais o triplo de museus legais pra você visitar se tiver tempo. Duvida? Olha só:

Museum of London

Esse museu como a maioria da cidade é gratuito – adoro essa cidade! ieeei – e dentro dele tem toda a história de Londres nos últimos 2000 anos e bem, tem muita coisa bacana por lá, não obstante é o maior e mais abrangente museu do mundo que conta a história de uma cidade.

Ele foi fundado em 1976 e quem projetou o prédio foi Powell and Moya.

O museu é incrível, vale muito a pena a visita. A parada de metrô mais próxima é a Moorgate.

Design Museum

Este museu foi fundado pelo decorador Sir Terence Conran e fica próximo à estação de London Bridge do metrô. Abre todo dia das 10h às 17h45 e nas sextas fica até às 21h. Diferente da maioria dos museus da cidade, este é pago, mas não é tão caro, é £10 ou £11 se for com doação a alguma instituição de caridade.

As exposições por lá são temporárias, ideal entrar no site e ver o que está rolando antes de pagar £10 pra ver algo que já viu ou algo que nem quer ver.

Hayward Gallery

Outro museu de exposições temporárias e modernas, este fica aberto das 10h às 18h e até às 21h nos sábados.

A estação de metrô é a Waterloo, logo após o Tâmisa. Vai ser fácil achar, o prédio é bem grande e perto do Tate Modern.

Não achei o valor da entrada, mas com certeza não deve ser mais do que £10 também.

Imperial War Museum

O foco do museu é o impacto social da guerra no século XX através de filmes e pinturas. Tem uma parte chamada Holocaust Museum que é bem pesada e vários guias não indicam a visita para crianças.

Mas os pequenos não ficaram desapontados, o prédio em si já é lindissimo, olha só:

A estação é a mesma do museu acima, a Waterloo e fica aberto das 10h às 18h e a entrada é gratuita!

Bank of England Museum

Como o nome já diz, o museu conta a história do sistema monetário da Grã-Bretanha desde 1694 e fica sediado nas salas do museu Sir John Soane (que vou falar aqui embaixo).

A entrada é franca também e funciona das 10h às 17h, de segunda a sexta, então programe-se pra visita não cair no final de semana.

Sir John Soane´s Museum

O museu é na casa do Sir Soane, arquiteto que viveu ali desde 1792 até 1837. Ele usou o Bank of England como inspiração.

Ele era um super colecionador e tudo para ele servia como referência para suas obras.

O que achei interessante é que na primeira semana do mês tem uma apresentação à luz de velas. Sei lá, isso pode ser lindo ou super macabro. Se alguém foi/for me conta como é.

A entrada é gratuita e fica na parada de Holborn em Chancery Lane. Abre de Terça a Sábado das 10h às 17h.

Clockmakers Museum

Clock só pode ser relógio, claro. Aqui é tudo o que você vai ver, incluindo alguns super famosos como os de Thomas Tompion.

A parada é a St. Paul´s, Bank e a entrada é gratuita.

Guildhall Art Gallery

Aqui tem as obras principais da coleção britânica e parte do anfiteatro romano, construído em 200 a.C.

A parada é a St. Paul´s também e é no mesmo prédio do museu que falei acima, porém para entrar nessa parte, precisa pagar. =(. Fica aberto de Segunda a Sábado das 10h às 17h e Domingos das 12h às 16h.

Somerset House

O Somerset é um palácio antigo que foi transformado completamente. Fica à beira do rio e pra visitar tudo, um dia!

Lá tem desde obras francesas até pratarias inglesas e finas peças russas. Lá dentro tem algumas subdivisões como a Palatial Home, Courtauld Gallery, Gilbert Collection e a Hermitage Rooms. A entrada é franca, mas algumas coleções são pagas. O único dia que é tudo de graça é segunda feira das 10h às 14h.

Para chegar lá, desça em Charing Cross também.

Ah! No inverno, tem pista de patinação no gelo ali no pátio central. Chato patinar assim né?

Dicken´s House Museum

O nome já diz sobre o que é o museu né? É a casa de Dickens e foi lá mesmo que ele escreveu Oliver Twist. Para chegar lá desça na estação de Russel Square. O local fica aberto todos os dias da semana, das 10h às 17h e domingo das 11h às 17h.

Paga £7 para entrar, crianças pagam £3 e menos de 10 anos a entrada é de graça.

Aliás, fique atento quando passar ali, o local é bem simples, parece uma casa normalzinha qualquer.

Foundling Museum

Esse museu é meio bobinho. Fica na parada da Russell Square também e é um edifício histórico que antigamente servia como abrigo para crianças abandonadas. Ok, isso em 1739. No local tem mais as coisas de antigamente do abrigo, a própria história mesmo.

Fica aberto de terça a domingo até às 18h, e a entrada é £7,50.

Handel House Museum

O museu leva o nome do artista novamente. O compositor Handel morou ali de 1723 e 1759. A parada é a Bond Street e a entrada custa £6 para adultos.

Tem alguns horários de abertura particulares, cada dia é uma coisa, então fique atento ao site.

Hunterian Museum

Esse museu conta a trajetória de vida e os estudos cirurgicos do médico John Hunter. A estação é a Holborn e a entrada é franca.

Eu não iria nesse museu, tenho pavor dessas coisas médicas, mas que o prédio é lindo… ah isso é.

London Transport

Este museu não fala de carros em si, mas sim do maior sistema urbano de transporte público do mundo, que tem mais de 8 milhões de km.

A estação é a Charing Cross e a entrada é paga, custa £13,50, meio carinho para os padrões londrinos de “free ou £10″.

Esse é um museu que acho bem válido de conhecer, tem toda a história dos famosos ônibus de 2 andares super típicos da cidade e muuuito mais coisa, olha esses trens que bacanas:

Percival David Foundation Of Chinese Art

Quando pesquisei este museu achei engraçado que o link do site é pdf. Sei lá, achei curioso.

Chinese Art = cerâmicas chinesas. Quem gostar, tem que ir, porque tem bastante coisa legal e a entrada é free.

Photographer´s Gallery

Acervo de fotos contemporâneas bem no centro de Londres. Parada Leicester Square e entrada gratuita.

Sabe, confesso que acho meio chato ver exposição de fotos… dá pra ver tudo na internet, sei lá. Sempre passo meio rápido nesses museus/exposições.

Royal Academy of Arts

A Academy é mais voltada para espetáculos e apresentações, mas conta com uma galeria linda na cobertura, a Sackler Gallery e também conta com a exposição anual “Summer Exhibition”.

O problema: o luxo custa caro né? A entrada para as exposições não passa de £10, mas o restaurante e os espetáculos, prepare o bolso! Ainda mais porque é em libra. Bem, só o prédio já basta, é super bonito.

Fica na parada Green Park, em Piccadilly.

Theatre Museum

Antigo mercado de flores, o local tem exposição de obras do museu Victoria & Albert Museum e a coleção é riquíssima. Fica aberto de terça a domingo das 10h  às 18h, na estação de Covent Garden. O melhor? A entrada é gratuita também.

Apsley House

A mansão construída por Arthur Wellesley, Duque de Wellington de 1759 a 1852 abriga uma coleção absurda de quadros e artes decorativas.

Tem um horário variado de abertura, depende do mês, então fique ligado no site quando for planejar sua visita. A entrada aqui é paga também, custa £6,30 (por que 0,30 né? em museu eles nunca tem troco nem quando é 0,50…).

Cabinet War Rooms

O museu tem duas partes, uma é a sala do Gabinete de Guerra mantido do jeito que era desde a 2º Guerra Mundial e o Museu Churchill, aberto em 2005.

Ele fica em St. Jame´s Park, Westminster e abre diariamente das 9h30 às 18h.  Fica meio escondidinho, olha só:

The Wallace Collection

Aqui tem obras colecionadas durante cinco gerações da família Hertford, reunidos na mansão da família.

Fica aberto de Segunda a Sábado das 10h às 17h e domingo das 12h às 17h. O legal é que tem um restaurante bem bacana lá dentro, em um pátio coberto. A entrada é gratuita e a parada é a Marble Arch, pertinho da Primark – aquela loja barateza que todo mundo ama.

Bethnal Green Museum Of Childhood

Esse museu é um galpão cheeeeio de coisas da infância. Tem arcas de Noé, bonecas, soldadinhos de brinquedo e um mini circo inclusive.

Abre só de sábado a quinta das 10h às 17h50 (por que não 18h?) e a entrada é como a maioria dos museus da cidade, grátis!

Dulwich Picture Gallery

Não tem muito o que falar, é só a primeira galeria pública de arte da Inglaterra. Data de 1814 e abre de terça a sexta das 10h às 17h e sábado e segunda das 11h às 17h.

Tá, o lugar é lindissimo e fica meio afastadinho, mas tem coisas legais lá e o pessoal usa para fazer casamentos inclusive. Achei bem bucólico mesmo!

A entrada é tranquila, £5 para adultos.

Firepower Museum

Nesse museu você vai encontrar as coleções do Royal Arsenal, que conta com catapultas romanas (sempre quis ver uma!) até mega armas iraquianas.

Pra chegar lá tem que pegar um ferry para Greenwich, e por isso vai acabar gastando um pouco mais no orçamento. O ticket para adulto custa £5,30 mas você pode comprar o pacote família com 4 tickets e pagar o total de £12,50 se forem 2 adultos e 2 crianças. Pra estudantes com carteirinha válida, a entrada é mais barata um pouco, £4,60.

Ufa! Chega né? Tem muita coisa pra ver por lá mesmo. Dá pra fazer uma viagem inteira só para conseguir ver todos os museus da cidade.

Anna

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