Música: Portugal – moderninhos

Depois do post super sucesso dos fados modernos, vamos mostrar pra vocês alguns cantores portugueses mais moderninhos, mais pops.

O primeiro que vamos falar é o B Fachada, cantor nascido em Lisboa largou os estudos em Física pra entrar na carreira artística. Uma coisa meio The Big Ben Theory.

A música mais pop dele no memomento é a “Estar A´Espera ou Procurar”. O que acham? Eu gostei bastante, ela é bem tranquilinha, música de ouvir enquanto trabalha na frente do computador e tal… Já identifiquei sei que vários amigos meus vão curtir:

Outro que está nas paradas agora é o Diabo Na Cruz (eu adorei esse nome, fala sério!!!). Pior que os caras parecem de boa, olha:

O vocalista da banda, Jorge Cruz (há), canta já faz um bom tempo e tinha outra banda. Ele foi ficando conhecido e a coisa foi aumentando até formar o Diabo na Cruz. Todos os integrantes são super músicos portugueses, cada um com seus outros muitos projetos e a banda é considerada uma super banda. Acho que vale a pena ouvir a música “Os loucos estão certos”.

O que acharam? Eu prefiro B Fachada ali em cima! Aliás, esses dois artistas são bem renomados, estão meio sempre juntos na cena e rolam comparações pelo que entendi.

Amor Electro é outra banda que merece ser ouvida. O primeiro cd deles foi lançado este ano, o Cai o Carmo e a Trindade e já foi direto pro 4º lugar no top de vendas e foram indicamos no MTV Europe Music Award como melhor banda portuguesa. Oi? Fracos? Acho que não.

Escuta o hit “A Máquina” e tire suas conclusões:

* Não curti essa maquiagem/cabelo dela, mas o clipe é super bonito e bem feito né?

E o último que vou indicar aqui é Tiago Bettencourt e Mantha (o nome do cara na real é Tiago Vasconcelos de Albergaria Pinheiro Goulart e Bettencourt, parece brincadeira mas não é!), de Coimbra.  No início ele formou os Toranja, mas em 2006 a banda resolveu fazer uma pausa e Tiago foi gravar seu cd solo no Canadá. Nesse cd, a banda que o acompanhava era a Mantha… e bem, daí surge o nome, uma coisa meio Nando Reis e os Infernais.

A música hit agora é “O Jogo”. É um pop beeeem bacana, bem calminha e fofinha. Vejam se gostam:

Anna

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31
out
Príncipe de Joinville

Há muitos e muitos (muitos mesmo… foi em 2005) anos atrás eu fiz um pequeno tour por Santa Catarina com meus pais. Foi nessa época que conheci Joinville, Blumenau, Pomerode e afins.

Pra ser bem sincera Joinville foi uma cidade que não curti mesmo! Achei tudo meio confuso, sujo, quenteabafado… sei lá, eu não gostei mesmo, quem sabe tenha que ir mais uma vez pra mudar de opinião, mas mesmo assim foi um passeio válido é claro, ainda mais pra conhecer um pouco mais do Brasil.

Quando estávamos lá pegamos um passeio de barco, especificadamente o Príncipe de Joinville III. Ele é bastante conhecido e faz parte de passeio turístico. O barco tem capacidade pra 350 pessoas e é beeeem grande e completo. Tem piscina, pista de dança, espaço coberto e espaço aberto e vai tranquilo faça chuva ou faça sol.

O restaurante do barco é muito bom. O cardápio tem filé de linguado grelhado, camarão ao molho, coxa e sobrecoxa de frango sem osso e sem pele também grelhada, escalope de carne ao molho madeira e acompanhamentos como: arroz, espaguete, saladas, maionese e etc. A sobremesa era torta alemã, por que será? Hehe, ela estava bem boa, garanto.

O passeio leva quase o dia todo e passa por São Francisco do Sul (que é o único lugar que dá pra descer, mas tem pouco tempo pra visitar, é só aquele look rápido) e por várias ilhas por ali: Ilha Mandigituba, Ilha Queimada, Ilha da Rita, Ilha dos Herdeiros, Ilha das Caras (não a revista), passa perto de ilha Grande e também pela Ilha Maracujá.

Pra pegar o Príncipe basta ir ao Pier do bairro Espinheiros a partir das 9h30. A saída é às 10h30 e a previsão de chegada é às 15h30. Dá para reservar antes e se forem grupos de pessoas os preços variam. O preço normal com tudo incluso é de R$ 96,00.

Na minha opinião o passeio é bacana, mas não é extraordinário por este preço. O fato é que tem a refeição inclusa, dá pra ir até São Chico e se quiser pode ficar na piscina.

Anna

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30
out
Vista-se

Antes de eu ter um visto no meu passaporte, eu não tinha a menor ideia de como era um. Eu sequer tinha visto o visto (dã!) de alguém e também não tinha curiosidade em saber como era, mas percebi que volta e meia alguém acaba caindo aqui no blog através de pesquisas no Sr. Google utilizando frases como “visto no passaporte”, “como fica carimbo passaporte”, “foto visto” e por aí vai.

Então eu resolvi juntar aqui as fotos de alguns vistos meus e de amigos para mostrar para vocês como é e falar um pouquinho sobre algumas alterações ocorridas nos últimos tempos.  Os itens que aparecem na etiqueta dos vistos são, basicamente, os mesmos em todos: nome, número do passaporte, data e local de expedição, validade, tipo e número de entradas.

UPDATE: a Tati contou pra gente nos comentários, que, quando colocados na luz negra, os vistos tem um outro desenho por baixo e, melhor ainda, ela enviou pra nós os vistos psicodélicos do tio dela, daí adicionamos aqui para mostrar pra vocês. Ainda preciso comprar uma luz negra para tirar fotos do meu e também mostrar aqui. Confiram abaixo! E obrigada Tati!

Quando a Anna foi pro México, teve que tirar o visto, pois ainda era necessário para brasileiros. Atualmente, quem tem o visto para os Estados Unidos não precisa mais de visto para o México. Já quem não tem o visto americano, precisa tirar uma autorização para permanecer no país por um período de até 30 dias. Mais informações aqui.

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Quanto ao visto para os Estados Unidos, a principal alteração ocorrida foi mesmo na validade, que passou de 5 anos (quando a Anna tirou) para 10 anos (quando eu tirei). Levei sorte nesse, porque se existe uma coisa chata de se fazer é ter que ir até São Paulo com 87kg de documentos para tirar esse visto!

Olha o mesmo visto na luz negra!

Uma coisa que percebi quando vi o visto da Itália da Anna e o meu da Áustria, é que eles são iguais. Eu pensava que o tipo de visto tinha a ver só com o país, mas acabei descobrindo que dentro dos países do espaço Schengen, os tipos de visto são praticamente os mesmos e as documentações exigidas para tirá-los também. Enquanto pesquisava um pouco mais sobre os vistos Schengen também descobri que se você tem um visto válido em um dos países e for transferido para outro país, tem que efetuar o cancelamento de um para poder tirar o outro, ou seja, não é possível ter dois vistos Schengen válidos. Achei estranho, mas posso ter entendido errado, então se alguém souber melhor sobre isso me conta.

Ainda, tem o visto do Canadá que a Bruna mandou pra gente.

canada

E tem também o visto do Camboja que a Rafa já contou como foi #fail para conseguir

Adicionando novos vistos à nossa coleção, seguem os de Angola (o mais lindo na luz negra!) e o da África do Sul, que é um pouco diferente dos outros que mostramos aqui. Ambos foram enviados pela Tati também.

26102011222

O visto da Rússia, enviado pelo Miguel, não precisa mais pra brasileiro, mas olha que interessante: eles escrevem o nome em russo!

Finlandês, também enviado pelo Miguel: 

Antes tarde do que nunca, o visto indiano da Rafaela!

foto

Entender sobre vistos é tão complexo que fica difícil falar assim de uma maneira geral. Só queria mesmo mostrar como é a etiqueta e tal. Por curiosidade.

Se você quiser ler e entender um pouco mais, já falamos bastante sobre vistos aqui. E se você precisar tirar visto para algum lugar que ainda não falamos aqui no blog, é só mandar um e-mail pro blogfinestrino@gmail.com que nós te ajudamos a entender.

Maaaaaas se você tiver algum visto diferente dos que mostramos aqui e também quiser mandar para matar nossa curiosidade, agradecemos. ;)

Mariana

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29
out
Compras: no mercado!

Eu jamais tinha ido ao mercado sozinha comprar comida antes de passar férias em Londres, mas comer E economizar é preciso, então a gente acaba se obrigando a fazer isso. Dependendo do tempo que você vai ficar em um local, sempre vale a pena comprar umas coisinhas pra improvisar uma refeição em casa ou no hotel/hostel. Veja bem, quando eu digo improvisar, é improvisar mesmo, porque se eu depender de cozinhar para sobreviver, eu passo fome ou vou a falência. Fato é que em Londres eu conheci a rede Sainsbury’s e foi aí que comecei a achar que ir ao mercado é um passeio que, sempre que possível, deve ser inserido nas viagens.

Aqui no Brasil eu não suporto ir ao mercado, mas é porque é uma coisa de rotina, chata e tudo igual. Fora daqui a coisa muda. Ver produtos diferentes nas prateleiras é sempre interessante. Outra coisa que eu tenho um pouco de preconceito aqui no Brasil é com as marcas de mercado, pois já comprei coisas da marca do mercado diversas vezes e achei tudo muito ruim, exceto o chocotone do Mercadorama, que é o melhor do mundo! Nham nham. Mas no Sainsbury’s a regra da baixa qualidade para as marcas do mercado não vale. Sempre que eu ia fazer compras eu enchia o carrinho todo com a marca do mercado, pois existe absolutamente tudo de tudo de tudo da marca. Tudo muito gostoso e saboroso e o melhor de tudo é que você vai embora levando um carregamento de comida gastando uma miséria! Ainda, a marca do mercado conta com opções vegetarianas, o que para mim era muito bom, pois na época que viajei pra lá, aqui ainda não existia nem hambúrguer vegetariano aqui, já lá tinha até bacon vegetariano!

Entrei no site e fiz uma pesquisa dos preços de algumas coisinhas da marca do mercado para mostrar pra vocês. É uma pechincha mesmo.

mercado

Outra coisa que eu fiquei bastante intrigada com relação aos mercados londrinos foi com os carrinhos. Minha amiga que estava morando lá já tinha me falado que muita gente rouba os carrinhos e, por isso, se você sair do mercado levando o carrinho na rua, depois de uma certa distância (ou tempo, não sei), eles simplesmente travam! Então, encontrar carrinhos travados abandonados nas proximidades do mercado é bastante comum. Já quis pesquisar várias vezes como funciona esse sistema de travamento, mas sempre fiquei com preguiça. Alguém sabe? Me conta, por favor! E lógico que eu já fui vítima do carrinho travado. Valia a pena arriscar, porque foi em um dia que fizemos compras para uma festa, então era muita coisa para carregar, daí saímos com o carrinho, que travou quando faltava 1 quadra pra chegar em casa.

Londres (324)

Então fica a dica de “compras” para quem tiver indo pro Reino Unido: Sainsbury’s! E não esqueçam de trazer um cookie de chocolate da marca do mercado pra mim! Hehe. Gostoso e baratinho.

Mariana

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28
out
Wieliczka – Mina de Sal

É assim que começa o passeio pela mais antiga mina de sal de Europa, localizada na cidade de Wieliczka, na Polônia. Não entendeu a imagem? Olha de novo! É uma escada. Com o final a perder de vista.

Trata-se, praticamente, uma cidade embaixo de outra cidade. Há 327m de profundidade, possui mais de 300 km (!) de galerias subterrâneas (não se preocupe, pois o passeio turístico percorre apenas 3km do total) e faz parte da lista de patrimônio da humanidade da Unesco.

Passado o susto da escada infinita, o passeio segue por cerca de 2h e meia dentro da mina. Confesso que fiquei um pouco apreensiva no começo, imaginando que passaria por locais apertados e pequenos, mas não. É tudo muito amplo, espaçoso, bonito e bem preparado para a grande quantidade de turistas que a mina recebe diariamente.

A Anna já contou pra nós sobre a Catedral de Sal na Colômbia e o passeio na Wieliczka é a mesma coisa. Galerias, esculturas, catedral, capelas, histórias, lendas, lagos, espelhos d’água…

Um médico local notou que os mineiros não apresentavam problemas respiratórios e depois de fazer alguns estudos descobriu que respirar o ar das minas faz bem. Atualmente existe um hotel dentro da mina, onde pessoas com diversos problemas respiratórios se hospedam ou passam o dia. Realmente é muito bom respirar lá embaixo. Quando se pensa em estar a 327m de profundidade, a primeira coisa que se imagina é sufocar, sentir calor ou algo do tipo, mas o ar é muito bom e a temperatura é praticamente constante, algo em torno de 15°C.

Infelizmente eu fiquei sabendo desse hotel somente quando já estava lá. Uma pena, se não teria passado uma noite lá. Além de fazer bem pra saúde, achei o preço bastante acessível. Coisas que a gente perde por falta de pesquisas mais avançadas antes de viajar…

A maior atração turística da mina é a catedral, dedicada a santa protetora dos mineiros. Aliás, religiosidade se vê ao longo de toda a mina. Nessa catedral, assim como em todo o percurso e nas demais capelas, as paredes são de sal, as esculturas são de sal, os quadros são de sal, o chão é de sal e até o lustre é de… sal!

Não só nas imagens, mas lá também, tudo parece ser cinza, mas na verdade é branco. Também tinha achado estranho e fiquei pensando “mas sal é branco!”, até o guia contar para nós que a aparência cinza é devido a falta de iluminação. Se você colocar a lanterna bem encostada dá pra ver tudo branquinho. Ele também falou que quem quisesse poderia lamber para verificar se era salgado mesmo. Eu posso garantir que é. Sim, eu lambi. E sobrevivi. Não precisa fazer essa cara feia. Criei anti-corpos poloneses.

Os passeios para a mina saem da Cracóvia e a agência que eu escolhi foi a Cracow City Tours. O guia que nos levou era um dos mais divertidos e os preços são bem bacanas. Em passagem pela Polônia, não deixem de visitar a mina.

Mariana

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