Scrapbook Bali

Primeiro scrapbook da viagem pra Ásia já terminei! Ok que agora ainda faltam mais dois, mas pelo menos já mostro um deles, hehe.

Esse caderninho comprei com uma vendedora de rua lá em Bali. Vi vários iguais em algumas lojas, só que bem mais caros. O preço? R$ 2,00. Ele é de folha de bananeira, ou sei lá o que. É lindo, mas as folhas são ruins pra desenhar e pintar. Pra apagar meio que faz um rombo na página. Tem que acertar de primeira o que quer fazer.

O lápis de cor não pegou muito bem, fica tudo muito fraco, então usei menos. Pelo menos serviu pra eu poder dar a dica: essa folha não é boa pra desenhar.

E antes que vocês pensem que eu sou uma louca pornográfica, saibam que em Bali vocês vão ver muuuuuuuuuuuuitos pintos pra vender. Mas tipo, de balde mesmo. Tem estátua grande, pequena, média; tem móbile (sério), tem mini pintos coloridos, tem estátuas de pessoas com cabeça de pinto… é sério, é chocante. Parece uma cidade sex shop. E dizem que é porque Bali é uma terra fértil. Pra provar a veracidade do fato, olha a foto de uma cesta cheia de pintos coloridos:

Ah, e agora os scrapbooks são chiques e ganharam uma categoria só pra eles. Pra quem quiser ver, só clicar no menu aqui da direita e pronto!

Anna

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31
jan
Comprei, mas nunca usei – versão 2

Vocês obviamente lembram do post da Mari com as peças que ela comprou mundo afora e nunca usou né? Caso não tenha visto, acho digno acessar. Se você já viu, acho digno relembrar.

Como eu também não sou de ferro, comprei muitas coisas por aí e que não consigo usar. Aí montei um look com eles pra ver como ficava. Vamos lá?

Camiseta Yankees

Onde comprei: Nova Iorque

Por quê comprei: essa camiseta é uma graça, mas eu nem ia comprar… até a Mariana fazer a minha cabeça e me obrigar a comprar (alô drama). Não era tão cara, era típica, era oficial e todos compramos.

Por quê nunca usei: não acho que ela orne com as minhas outras roupas. Além do que, o tecido é meio quente. Na verdade fico com medo de parecer uma moleca torcedora dos Yankees.

Sombrero Mexicano

Onde comprei: Guadalajara, México

Por quê comprei: esse ninguém me obrigou, só o consumismo mesmo. Ah, mas fala sério, não tem como ir ao México e não trazer um sombrerinho na mala. É meio que uma lei, vai pra lá, traga um sombrero.

Por quê nunca usei: não usei porque só dá pra usar em festa fantasia e ainda não teve uma pra eu ir de Mariachi.

Sapato de Tango

Onde comprei: Buenos Aires, Argentina

Por quê comprei: porque eu danço tango!

Por quê nunca usei (fail): na realidade esse eu uso e uso muito! Mas eu precisava montar um look completo e é o único calçado “típico” que eu adquiri nas minhas viagens. Tenho três, então provavelmente vou usar um em cada look. (Ah, não comentei? Esse post vai aparecer mais vezes por aqui pra você poder rir da nossa cara).

Sarong

Onde comprei: Bali, Indonésia

Por quê comprei: porque são lindos, baratos e tem em tudo que é lugar.

Por quê nunca usei: não sou hindu e aqui também não tem templos pra gente ir e usar. Além do que, o tecido é super grosso e enorme, não dá nem pra usar como lenço/cachecol.

E agora o momento vergonha total:

Bom é isso. Agora nunca mais vou sair de casa, hahahaha.

Anna

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30
jan
Campo Pequeno – Lisboa

Olha só que gafe, achei que tinha falado do Campo Pequeno, mas não falei ainda! Na realidade não cheguei a entrar na praça de touros de Lisboa, mas fiquei encantada com o visual da parte de fora, e as fotos ficaram muito bonitas por causa das cores da fachada.

A praça foi inaugurada em 1.892 e tem capacidade para 8.434 pessoas. Ela realmente parece as praças de touros espanholas, a criação foi inspirada nas madrilenas sim, e só algumas coisas mudam, com inspirações árabes – vide fotos.

Hoje a praça oferece jardins, cinema e um centro comercial no sub-solo (bem grande e bom). Lá acontecem concertos e outros eventos, e antes que me perguntem, tem um estacionamento bem grande na parte debaixo também.

Pra chegar lá é só pegar o metrô até a estação Praça Campo Pequeno. O ponto fica um pouco afastado do centrão da cidade, ali perto da Praça do Comércio e etc. Fica mais para dentro da cidade, perto do museu Calouste Gulbenkian, muito fácil de achar.

Anna

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29
jan
Resultado da pesquisa

Primeiramente, eu gostaria de agradecer a todos que participaram da nossa pesquisa*. Quando decidimos fazer a pesquisa, eu pensei que poderia ser útil, mas não imaginei que seria tanto. As respostas nos deram muitas ideias para ir adequando o blog ao gosto de vocês, leitores.

Como já era de se esperar, a maioria dos nossos leitores são aqui da região Sul mesmo, mas já conquistamos mais alguns leitores em outras regiões e também tem gente que mora fora do Brasil acompanhando o Finestrino e pegando dicas de viagem.

Basicamente, o perfil de quem lê o Finestrino é de um viajante entre 20 e 30 anos que gosta de conhecer novos lugares com os amigos e curte uma viagem econômica, urbana e que tenha compras, como já era de se esperar.

A maioria dos leitores viajou no ano de 2011, tanto para destinos nacionais quanto internacionais. A TAM foi eleita a melhor companhia aérea nacional e a KLM e a Lufthansa ficaram empatadas como as melhores companhias internacionais.

A TAM também é a minha companhia nacional preferida, apesar de já ter enfrentado diversos problemas com ela. Quando às companhias internacionais, não conheço muitas para poder achar a minha opinião é válida, mas adorei a Lufthansa, principalmente porque os aviões são mais espaçosos que todos os outros que já voei. Deve ser porque ele foi projetado baseado nas dimensões dos alemães, então quando sentei na poltrona da Lufthansa me senti pequena até. Hahaha.

Quando perguntamos aos leitores sobre como organizam suas viagens, percebemos que a maioria organiza grande parte das coisas por conta própria, o que para nós é muito bom, pois isso significa que as nossas dicas podem ajudá-los de verdade.

Fiquei feliz ao perceber que a maioria dos leitores nunca teve problemas com as companhias aéreas, mas acho que as companhias ainda tem muita coisa para melhorar, principalmente as nacionais.

Sobre sites de compras coletivas, a maioria dos leitores acompanha as promoções, mas ainda não teve coragem de comprar. Já comentamos uma vez aqui sobre comprar ou não uma viagem em site de compras coletivas e uma coisa que eu percebi é que no começo essas promoções até pareciam convidativas e com um preço justo. Depois o preço foi baixando e, teoricamente, as promoções ficaram mais atrativas, PORÉM, a maioria delas é furada. Fiquem espertos. Estive no PROCON esses dias e eles falaram que muita gente reclama que quando compra esses pacotes, chega pra embarcar e não consegue, chega ao hotel e não tem reserva e por aí vai. Já estão na lista dos que recebem mais reclamações.

E por falar em PROCON, vamos à outra questão que perguntamos aqui para vocês, se vocês costumam comprar na Decolar, Submarino Viagens e afins. Bom, durante muitos anos eu fui fã da Decolar e sempre pesquisei e comprei passagens por lá. Achava prático e nunca tive problemas… até precisar do pós-venda deles. Estou há 6 meses pedindo reembolso de uma viagem que comprei para os meus pais e eles só me enrolam. Nesse meio tempo, meu pai veio a falecer. O que acontece agora é que, além deles não devolverem o dinheiro, eles querem cobrar as taxas do cancelamento do meu pai, sendo que quando ocorre óbito eles devem, por lei, devolver o valor integral. Além disso, a Decolar não possui ouvidoria, por isso tive que ir ao PROCON. Junto com eles coloquei também a TAM e a LAN no processo, pois o fato da Decolar ter vendido a passagem para mim, não tira a culpa da TAM e da LAN por fingirem de mortas. E nessa palhaçada toda, ficam jogando a culpa uns nos outros e já até estouraram o prazo para marcar a audiência no PROCON. Isso tudo é uma falta de respeito com o cliente. Um absurdo. Eu deixo aqui um conselho: JAMAIS comprem na Decolar. Se quiserem pesquisar as passagens lá, pesquisem, mas depois comprem no site da companhia aérea. Mas se quiserem comprar na Decolar, eu desejo, do fundo do meu coração, que você jamais precise do pós-venda deles.

Ufa. Desculpa pelo desabafo. Mas é que já atingi um elevado nível de estresse por conta disso.

Mas voltando a nossa pesquisa…

Pra finalizar, fizemos perguntas aos leitores sobre o blog. Essa foi a parte que mais nos ajudou a pensar em coisas para melhorar fazer com que vocês continuem nos acompanhando.

Entre as categorias, achei que houve um equilíbrio entre as que o pessoal mais gosta de ler, mas o que me chamou a atenção foi que muita gente votou na categoria “Turista”. Pois bem, se vocês gostam da categoria “Turista”, que tal participar? É só mandar um e-mail pro blogfinestrino@gmail.com com a sua história de viagem e algumas fotos que nós postamos aqui. Nós também gostamos da categoria, principalmente porque vocês já podem ter conhecido tantos lugares que nós ainda não fomos e, bom… nós também queremos suas dicas, né. Hehehe.

Com relação ao estilos dos nossos posts, a maioria achou na medida.

Algumas pessoas deixaram alguns questionamentos na caixinha de sugestões. Um dos que mais me chamou a atenção foi da pessoa que disse que nossos posts contêm pouca informação com relação a valores e tudo mais. Sempre que falamos de um lugar, colocamos os valores das entradas, dos ingressos e tudo mais, mas entendemos que essa pessoa estava falando de valor global de uma viagem e, pensando nisso, criamos uma categoria nova, que vai se chamar “Quanto custa?” e nos posts dessa categoria vamos contar detalhadamente quanto saiu aquela viagem. Espero que vocês gostem. Na próxima semana já vai entrar um “Quanto custa?” no ar ;)

Também teve gente que criticou a maneira como escrevemos no blog, dizendo que tem muita gíria, que parece muito informal. Eu acho que o que diferencia a informação de um blog de uma informação de quem faz jornalismo de turismo talvez seja exatamente isso. Pode ser que às vezes exageremos nas gírias (desculpa?), mas é que nosso objetivo é falar a nossa impressão sobre o lugar mesmo. É uma coisa muito pessoal e às vezes nada pode expressar melhor isso do que a própria maneira informal que nos portamos quando estamos viajando.

Sobre o layout do blog, a maioria do pessoal gostou, mas como esse foi todo feito meio no improviso, estamos pensando em dar uma repaginada esse ano, então se alguém tiver sugestões, podem opinar aqui nos comentários mesmo.

Então é isso, pessoal.

Obrigada pela participação e esperamos que gostem das coisas novas que estamos planejando por aqui.

*participaram dessa pesquisa 112 viajantes

Mariana

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28
jan
Sarongs

Sabe aquela história de que pra entrar em templo hindu e budista tem que se cobrir? Sim sim, é verdade. Pode estar um calor de 67 graus, mas você vai ter que colocar um casaco em cima da regata, e uma calça ou um sarong nas pernas fresquinhas.

Sarong = canga (só esclarecendo)

Comentei aqui esses dias no post sobre o Wat Arun em Bangkok sobre o fato de você poder alugar os sarongs na entrada. Assim não se preocupa em carregar mais alguma coisa na mochila, e é baratinho, então tranquilo. Em Bali todos eram gratuitos e um pouco mais frescos do que os de Bangkok, mas ainda assim esquentam muito e é difícil andar com eles.

Como faz parte da cultura, muitos usam no dia-a-dia e claro, tem pra vender em tudo quanto é esquina! Tem de vários tipos, os que são bem cara de canga mesmo – essas floridas que tem na praia – e uns mais grossos e com estampas maravilhosas.

Se você comprou uma canga na praia recentemente, não leia o que vou falar agora… mas lá, você compra 5 cangas dessa por tipo R$ 5,00. Na real, o preço começa mais alto, uns R$ 20. Com a barganha – eles adoram brincar disso – fica um preço ainda mais barateza.

Já as de tecido mais grosso e estampas mais bonitas e elaboradas, saem bem mais caras. Se não me engano, paguei R$ 20 em cada uma. Agora convenhamos, risos né? Eu nunca vi tecidos tão lindos quanto esses. As estampas são absurdas e vontade de comprar todos é o que não falta. Como eu não vou usar como sarong aqui, e como eles são enormes pra usar como lenço/cachecol, comprei pra fazer roupa mesmo. Ainda não tive tempo de costurar, mas depois eu mostro o resultado aqui se quiserem.

Meus tecidos são tão lindos que fico olhando pra eles e já me basto ♥. Como que pode né? Um povo tão pobre, com uma cultura e arte tão rica?

Se você for o mínimo consumista, não vai sair de lá com menos de 3, na boa. Acho que é humanamente impossível não se encantar e comprar.

Anna

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jan
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